segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O ateísmo e os genocídios da história

Apresento um texto indicado  pelo confrade Ricardo, já conhecido dos amigos deste blog pelo seu estudo sobre o Islã. É uma tradução (da editora Thomas Nelson Brasil) do capítulo 19 do livro A verdade sobre o cristianismo, de Dinesh D'Souza. 

O ateísmo e os genocídios da história

Enquanto regularmente culpam a religião por seu papel de promover conflito e violência, os escritores seculares raramente examinam o papel do ateísmo em guerras e matanças. É interessante observar o quanto ouvimos sobre o sofrimento causado pela religião ao longo da história, mas raramente sobre o sofrimento promovido pelo ateísmo. Quinhentos anos depois, o tema da Inquisição ainda está vivo, enquanto menos de duas décadas após a queda do “comunismo ateu” há um estranho silêncio sobre as covas comuns no gulag soviético onde eram empilhados cadáveres. Por que a falta de transparência? Ser ateu significa jamais se declarar arrependido?

Os escritores ateus que levantam a questão reconhecem que ateus também cometem atrocidades, tal como os religiosos. De acordo com Richard Dawkins, “O que importa é […] se o ateísmo exerce má influência sistemática. Disso não há a menor evidência”. Em outras palavras, “ateus podem cometer atrocidades, mas não em nome do ateísmo”. O físico Steven Weinberg reconhece as “contribuições para os sofrimentos do mundo” trazidas pelo ateísmo científico, mas, “em ocasiões em que se apelou à autoridade da ciência para justificar horrores, isso, na verdade, foi em termos de deturpações da ciência”.

Neste capítulo, quero me concentrar nas reais atrocidades cometidas por grupos e governos ateístas. Nos últimos cem anos ou algo assim, os regimes ateístas mais poderosos – a Rússia comunista, a China comunista e a Alemanha nazista – fizeram vítimas em números astronômicos. Stalin foi responsável por cerca de vinte milhões de mortes, provocadas por meio de genocídios, campos de trabalho forçado, julgamentos-espetáculos seguidos de pelotões de fuzilamento, deslocamento de população, fome e assim por diante. 

O recente e inquestionável estudo de Jung Chang e Jon Halliday, Mao: a história desconhecida, atribui ao regime de Mao Tsé-Tung um número espantoso de setenta milhões de mortes. Alguns estudiosos da China acreditam que os números de Chang e Halliday são um pouco altos, mas os autores apresentam provas convincentes de que o regime ateísta de Mao foi o mais sanguinário na história do mundo. As matanças provocadas por Stalin e Mao – ao contrário daquelas, digamos, causadas pelos expedicionários das Cruzadas ou pelos envolvidos na Guerra dos Trinta Anos – aconteceram em tempos de paz e foram contra seus próprios compatriotas. No cômputo geral, Hitler surge em um distante terceiro lugar com cerca de dez milhões de assassinatos, entre eles seis milhões de judeus.

Até aqui, não contei os homicídios e assassinatos ordenados por outros ditadores soviéticos como Lenin, Khrushchev, Brezhnev, e por aí vai. Nem incluí uma legião de tiranos “menos” ateus: Pol Pot, Enver Hoxha, Nicolae Ceausescu, Fidel Castro, Kim Jing-il. Até esses déspostas de “categoria inferior” mataram muitas pessoas. Considere Pol Pot, que foi líder do Khmer Vermelho, a facção do Partido Comunista que governou o Camboja de 1975 a 1979. Dentro desse período de quatro anos, Pol Pot e seus ideólogos revolucionários lideraram matanças e deslocamentos sistemáticos da população que eliminaram aproximadamente um quinto dos cambojanos, um número estimado de 1,5 a dois milhões de pessoas. Em termos de porcentagem, Pol Pot matou mais compatriotas que Stalin e Mao. Mesmo assim, concentrando-se apenas nos três importantes – Stalin, Hitler e Mao –, temos de reconhecer que os regimes ateístas assassinaram, em um único século, mais de cem milhões de pessoas. 

A matança inspirada pela religião simplesmente não pode competir com os assassinatos cometidos por regimes ateístas. Reconheço que os níveis populacionais eram muito mais baixos no passado e que é muito mais fácil matar pessoas, hoje, com armas sofisticadas, do que era nos séculos passados, com espadas e flechas. Mesmo levando em conta os maiores níveis populacionais, a violência ateísta supera a violência religiosa em termos incríveis de proporção. Aqui está um cálculo aproximado. A população mundial, que era de aproximadamente quinhentos milhões em 1450 d.C., tornou-se cinco vezes maior em 1950, chegando a 2,5 bilhões. Somadas, as Cruzadas, a Inquisição e a queima de bruxas mataram aproximadamente duzentas mil pessoas. Ajustando esse número ao aumento da população, teríamos, hoje, o equivalente a um milhão de mortes. Mesmo assim, essas mortes causadas por governantes cristãos ao longo de um período de quinhentos anos correspondem apenas a 1% das mortes causadas por Stalin, Hitler e Mao no espaço de algumas décadas.

Ao que parece, Dawkins estava enganado ao pensar que esses horrores não foram cometidos em nome do ateísmo. Será que teríamos razão em negar que o comunismo foi uma ideologia ateísta? O comunismo exige a eliminação da classe exploradora, exalta a violência como uma forma de progresso social e pede que seja usado qualquer meio necessário para se alcançar a utopia ateísta. Não só Marx foi ateu, mas o ateísmo também foi uma parte central da doutrina marxista. O ateísmo tornou-se um componente central da ideologia oficial da ex-União Soviética, ainda é a doutrina oficial da China, e Stalin e Mao implementaram políticas ateístas ao fecharem de modo sistemático igrejas e assassinarem sacerdotes e cristãos religiosos. Todos os regimes comunistas são energicamente anti-religiosos, sugerindo que seu ateísmo é intrínseco, e não acidental, à sua ideologia. 

De igual modo, o nazismo era uma filosofia secular e anti-religiosa que, por mais estranho que fosse, tinha muito em comum com o comunismo. Enquanto os comunistas queriam fortalecer o proletariado, os nazistas queriam fortalecer uma raça superior. Para os comunistas, o inimigo era a classe capitalista; para os nazistas, o inimigo eram os judeus e as outras raças consideradas inferiores. Os comunistas e os nazistas viam as igrejas cristãs como obstáculos e inimigos. Os dois grupos declararam seu engajamento em uma ação revolucionária para criar uma nova espécie de ser humano e uma nova ordem social livre dos grilhões da religião e da moralidade tradicionais.

Ao compararmos os crimes da religião e os crimes do ateísmo, é importante que adotemos um padrão consistente. O filósofo Daniel Dennett oferece esse padrão em seu livro Quebrando o encanto. Ele propõe que a religião seja julgada por suas consequências, ou, como diz a expressão bíblica, “vocês os reconhecerão por seus frutos”. Particularmente, não interessa para Dennett se essas consequências foram propostas pelos fundadores da religião ou se representam os principais valores da religião. Ele não está especialmente interessado em separar os verdadeiros ensinos da religião de suas distorções. “É verdade que os fanáticos religiosos raramente são, se é que alguma vez foram, inspirados ou guiados pelos melhores e mais profundos princípios dessas tradições. E daí? O terrorismo da Al Qaeda e do Hamas ainda é de responsabilidade do Islã, e as explosões de clínicas de aborto ainda são de responsabilidade do Cristianismo”. Muito bem! Aceitemos o padrão de Dennett. Entretanto, seguindo esse mesmo critério, os milhões de assassinatos cometidos por Stalin, Hitler e Mao – sem mencionar os de uma sério de tiranos menores – são todos de responsabilidade do ateísmo. 

Infelizmente, Steven Weinberg parece adotar o princípio, mas o aplica apenas de modo parcial. Ao que parece, Weinberg acredita que os crimes causados por regimes religiosos refletem a verdadeira face da religião, enquanto os crimes causados por regimes ateístas representam uma distorção do espírito ateísta de investigação racional e científica. Segundo os padrões de Dennett, esta é uma evasão. Se o Cristianismo tem de responder por Torquemada, o ateísmo tem de responder por Stalin. Da mesma maneira, se o cristão comum que nunca queimou ninguém na fogueira deve assumir a responsabilidade por aquilo que outros supostos cristãos fizeram em nome da religião, então os ateus que se consideram melhores e superiores não vão ser absolvidos do terrível sofrimento resultante de suas convicções na história recente. Weinberg lança mão de um truque ao responsabilizar o Cristianismo pelas maldades feitas em seu nome, enquanto tenta inocentar o secularismo e o ateísmo dos crimes maiores perpetrados em seu nome.

Nesse mesmo sentido, Sam Harris tenta exonerar o ateísmo, alegando que o stalinismo e o maoísmo foram, cada um deles, “um pouco mais que uma religião política”. Christopher Hitchens propõe uma linha de argumentação similar, sugerindo que, uma vez que os stalinistas e os maoístas tentavam substituir a religião, aquelas ideologias deveriam ser consideradas religiões substitutas. Agora, a religião deveria ser responsável não só por seus crimes, mas também pelos crimes cometidos por ateus em nome de ideologias ateístas? 

Quanto ao nazismo, Harris escreve que “o ódio aos judeus na Alemanha […] foi uma herança direta deixada pelo Cristianismo medieval”. Na verdade, “o Holocausto marcou o auge de […] duzentos anos de ataques cristãos contra os judeus”. Portanto, “conscientemente ou não, os nazistas foram agentes da religião”. Sites de ateus na internet costumam alegar que Hitler era cristão pelo fato de ter nascido católico, nunca ter renunciado publicamente ao catolicismo e ter escrito em Mein Kampf [Minha luta]: “Ao me defender dos judeus, estou lutando pela obra do Senhor”.

Até onde essas afirmações são convincentes? Hitler nasceu católico, assim como Stalin nasceu na Igreja Ortodoxa Russa e Mao foi criado como budista. Esses fatos não provam nada, uma vez que muitos rejeitam sua formação religiosa, assim como fizeram esses três homens. Escreve o historiador Allan Bullock que, desde pequeno, Hitler “não dedicava tempo algum aos ensinos católicos, considerando-os como uma religião apropriada somente para os escravos e desprezando sua ética”. Como, então, explicamos a alegação de Hitler de que, ao cumprir seu programa anti-semita, ele era um instrumento da providência divina? Durante sua ascenção ao poder, Hitler precisou do apoio do povo alemão – tanto dos católicos bávaros como dos luteranos prussianos – e, para garanti-lo, de vez em quando ele usava em sua retórica frases do tipo “Estou fazendo a obra do Senhor”. Alegar que essa retórica identificava Hitler como cristão é confundir oportunismo político com convicção pessoal. O próprio Hitler diz em Mein Kampf que suas declarações públicas devem ser entendidas como propagandas sem compromisso com a verdade, mas com o objetivo de influenciar as massas. 

É claro que a ideia nazista de um Cristo ariano que usa a espada para purgar a terra dos judes – o que Hitler certa vez chamou de “Cristianismo Positivo” - divergia radicalmente do entendimento cristão tradicional, e foi condenada como tal pelo papa Pio XI na época. Além disso, o anti-semitismo de Hitler não era religioso, mas racial. Os judeus não eram alvos por causa de sua religião – na verdade, muitos judeus-alemães eram totalmente seculares em seu estilo de vida -, mas por causa de sua identidade racial. Essa era uma designação étnica, e não religiosa.

A mesma diferença pode ser observada nas atitudes para com os judeus na Europa medieval. Na Espanha do século XV, um judeu conseguia escapar da perseguição cristã pela simples conversão ao Cristianismo. Fernando e Isabel não se opunham à presença de judeus étnicos na Espanha, mas sim à prática do Judaísmo em um país que eles queriam que fosse totalmente católico. A objeção de Hitler aos judeus, por outro lado, não era religiosa. Um judeu não conseguia escapar de Auschwitz alegando “Não pratico mais o Judaísmo”, “Sou ateu” ou “Eu me converti ao Cristianismo”. Isso não fazia a menor diferença para Hitler porque ele acreditava que os judeus eram uma raça inferior. Seu anti-semitismo era secular.

Hitler´s Table Talk [Conversas informais de Hitler], uma coletânea reveladora sobre as opiniões particulares de Fuhrer reunidas por um assistente próximo dele durante os anos de guerra, mostra que Hitler era extremamente anti-religioso. Ele chamava o Cristianismo de um dos grandes “flagelos” da história e conclamava os alemães: “Sejamos o único povo imunizado contra esta doença”. Hitler chegou a prometer: “Por meio dos camponeses, poderemos destruir o Cristianismo”. Na verdade, ele culpou os judeus pela invenção do Cristianismo e também condenou o Cristianismo por se opor à evolução. 

Hitler reservava um desprezo especial pelos valores cristãos de igualdade e compaixão, os quais identificava com fraquezas. Os principais conselheiros de Hitler – Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann – eram ateus que detestavam religião e tentavam erradicar a influência da fé religiosa na Alemanha.

Alguns escritores ateus como Christopher Hitchens tentaram à força deslocar Hitler para o lado religioso, apresentando o nazismo como um “fenômeno quase pagão”. Argumentam esses autores que, mesmo tendo sido um politeísta que adorava deuses pagãos, Hitler aderia ao politeísmo, que é um teísmo. Trata-se de um argumento que não faz distinção devida entre paganismo antigo e paganismo moderno. É verdade que Hitler e os nazistas se inspiravam muito em arquétipos antigos – principalmente lendas nórdicas e teutônicas – para adornar sua visão de uma aura mística. Mas isso era misticismo secular, e não misticismo religioso. Os antigos germanos realmente acreditavam em seus deuses pagãos. Hitler e os nazistas, no entanto, acreditavam em mitos antigos apenas na forma moderna que lhes fora dada por Nietzsche e Wagner. Para Nietzsche e Wagner, estava claro que os mitos antigos eram ficão. Wagner não acreditava mais no deus nórdico Odin do que Nietzsche em Apolo. Para Hitler e os nazistas, os mitos antigos tinham valor porque atribuíam profundidade e significado a uma concepção racial secular do mundo.

O historiador Richard Evans escreve que “os nazistas consideravam as igrejas como os reservatórios mais fortes e mais rígidos de oposição ideológica aos princípios nos quais eles acreditavam”. Uma vez que chegara ao poder, Hitler e os nazistas iniciaram uma campanha implacável para subjugar e enfraquecer as igrejas cristãs na Alemanha. Evans mostra que, após 1937, as políticas de governo de Hitler tornaram-se cada vez mais anti-religiosas. Os nazistas deixaram de celebrar o Natal e a Juventudade Hitlerista recitava preces agredecendo ao Fuhrer, e não a Deus, por suas bênçãos. (...) 

Os nazistas fecharam muitas escolas religiosas, forçaram organizações cristãs a se dispersar, demitiram funcionários públicos que eram cristãos praticantes, confiscaram propriedades da Igreja e censuraram jornais religiosos. Harris não consegue explicar como uma ideologia que Hitler e seus parceiros viam como um repúdio ao Cristianismo pode ser retratada com um “auge” do Cristianismo.

Se o nazismo representou o auge de alguma coisa, foi o auge da ideologia do darwinismo social do século XIX e do início do século XX. Como documenta o historiador Richard Weikart, tanto Hitler como Himmler eram admiradores de Darwin e muitas vezes se referiam a seu papel nos seguintes termos: promulgar uma “lei da natureza” que garantisse a “eliminação do não apto”. Weikart argumento que o próprio Hitler “inspirou-se em muitos recursos do pensamento darwinista social para construir sua própria filosofia racista” e conclui que, embora o darwinismo não seja uma explicação intelectual “suficiente” para o nazismo, é uma explicação “necessária”. Sem o darwinismo, é possível que não tivesse existido o nazismo.

Os nazistas também se inspiraram no filósofo Friedrich Nietzsche, adaptando sua filosofia ateísta aos seus propósitos desumanos. A visão do ubermensch de Nietzsche e da nova ética que o filósofo colocava “acima do bem e do mal” foram avidamente aproveitadas por propagandistas nazistas. O “desejo de poder” de Nietzsche quase se tornou o slogan de recrutamento nazista. Não estou sugerindo nem por um momento que Darwin ou Nietzsche teriam aprovado as idéias de Hitler. Mas Hitler e seus fiéis seguidores aprovaram as idéias de Darwin e de Nietzsche – afinidades cuja evidência foi simplesmente ignorada por autores ateus como Sam Harris. Então, o que dizer de sua alegação de que os principais agentes nazistas foram “consciente ou inconscientemente” agentes da religião? É evidente que se trata de uma tolice! 

Alguns se mostraram perplexos diante da afirmação de que os regimes ateístas haviam cometido massacres não comparados a nenhuma outra força na história. O próprio Dawkins levanta a questão de como a falta de crenças pode causar danos sociais. Dawkins mal sabe que suas convicções mais profundas dão uma pista para a “solução final”. Para os assassinos ateus, sua causa era tão grande e nobre que não se deveria permitir que nada se interpusesse em seu caminho. Acreditavam agir em nome de forças inexoráveis e incontestáveis como ciência, razão e progresso.

Ciência? Sim, pois os nazistas buscaram promover a sobrevivência do mais apto, exatamente como o processo evolutivo. Razão? Os comunistas viam seu projeto como uma institucionalização da era da razão. Marx seguia a tradição do Iluminismo dos jacobinos franceses, que entronizaram uma deusa da razão na Catedral de Notre Dame e depois desencadearam o regime do terror, no qual pessoas “irracionais” - nobres, sacerdotes e outros representantes da velha ordem – iam para a guilhotina. E o progresso? Como enfatizavam os comunistas e os nazistas, a história estava do lado deles e, portanto, seus oponentes eram reacionários burgueses ou religiosos que deveriam ser eliminados por impedirem o avanço da sociedade. Essa apoteose secular da ciência, da razão e do progresso – uma doutrina bastante popular hoje – é exatamente o que dá permissão para que homens lancem mão de outros de um modo e em uma escala antes inimagináveis.

Uma segunda razão para os horrores dos regimes ateístas é que eles operavam sem nenhuma das restrições morais que são o produto da religião e que, por mais leves que fossem, refreavam os tiranos saguinários do passado. Nietzsche percebeu o culminar do processo. Escrevendo no século XIX, ele prenunciou que os dois séculos seguintes seriam catastróficos, com guerras e violência que superariam todos os prognósticos. 

A morte de Deus, escreveu Nietzsche, resultaria no eclipse total de todos os valores, que, não mais advindos de Deus, seriam inventados pelo homem. (...)

Em outras palavras, o massacre ateísta é produto de uma ideologia moderna arrogante que contempla o homem, e não Deus, como criador de valores. Ao rejeitar Deus, o homem passa a desdenhar a doutrina da pecaminosidade humana e se convence de que sua natureza é perfeita. O homem, agora, procura tomar o lugar de Deus e criar uma utopia secular aqui na Terra. Para conseguir isso, os governantes ateus iniciam o controle total da sociedade, elaborando uma forma de totalitarismo muito mais abrangente do que qualquer método utilizado por governantes anteriores: cada aspecto da vida se submete a supervisão política. Sem dúvida, se algumas pessoas – os judeus, os proprietários de terras, os não aptos, os deficientes, os dissidentes religiosos, e assim por diante – tiverem de ser deslocadas, presas ou eliminadas para se alcançar essa utopia, esse é o preço que os tiranos ateus se mostraram bastante dispostos a pagar. Os velhos códigos morais não servem, e funcionários ateus comuns executam ações que fariam um inquisidor da Igreja tremer. Os regimes ateístas, por suas ações, confirmam a verdade da máxima de Dostoievski: Se Deus não existir, tudo é permitido.

Independentemente da causa que explica por que os regimes ateístas fazem o que fazem, o fato incontestável é que todas as religiões do mundo juntas não conseguiram, em três mil anos, nem chegar perto dos milhões de assassinados em nome do ateísmo nas últimas décadas. É hora de deixar de lado o automatismo do mantra de que a crença religiosa tem sido a principal fonte de conflito humano e violência. O ateísmo, e não a religião, é responsável pelos piores genocídios da história. 

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No debate que se seguiu a este post, com um grupo de emoteus (ateus emos), o confrade Ricardo fez a indicação de um vídeo onde William Lane Craig debate com o apedeuta Christopher Hitchens sobre o sentido da vida. Como era de se esperar, a vida sem sentido transcendente que o problema ateu levanta não encontra um propósito estável e, portanto, é intrinsecamente amoral; um ateu pode ser bom, mas o será apenas acidentalmente. Por isso, todo totalitarismo promovido por ateus ou por ideologias atéias é sempre potencialmente mais perigoso que qualquer outro. Vejam o vídeo:



Por fim, para mostrar o despreparo dessas pessoas que se dizem atéias, alguém veio com o seguinte:

"E outra, deu pra perceber que sua fé se sustenta na veracidade de acreditar que alguém nos fez. Mais é porque nossa cultura acredita nisso.

Agora se pergunte. Se alguém nos fez, quem fez esse alguém? e quem fez o Alguém que fez o Alguém ? e Susecivamente ...

Ah e agora ? Como explicar ?

Se o TAL SUPERPODEROSO se fez sozinho. Porque a humanidade não pode ter nascida sozinha ?

Eis a questão ..."

Essa colocação é um absurdo do começo ao fim. Assistam a mais um vídeo que tenta jogar luz na argumentação dos ateus:



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Atualização (29/06/2011)

Neste vídeo o próprio Dinesh fala de suas idéias com "uma clareza impossível de ser entendida por um ateu militante":

81 comentários:

  1. Mesmo que você estivesse correto, sendo que de fato não está (discutirei isso depois). Isso prova o que? Que os ateus são do mal?

    Se você quiser seguir essa linha de raciocínio, então o que você diria sabendo que a grande maioria da população carcerária é constituída por religiosos? Isso também provaria alguma coisa?

    Na minha opinião, nem um nem o outro argumento são válidos. O seu post, além de ser falso (crimes cometidos por ateus não significam a mesma coisa que crimes cometidos pelo ateismo e comunismo é diferente de ateísmo), só serve para incitar preconceito.

    Eu, mesmo acreditando que a grande maioria dos genocídios foram provocados em contextos religiosos, considero culpar a religião pelas mortes, uma atitude muita simplista e perigosa. O que considero sim é a periculosidade de muitas passagens do velho testamento, entre outros livros, que são extremamente violentas, e que incitam a prática da violência.

    Entretanto, a religião não pode ser apontada como culpada, visto que os contextos dos genocídios (tal como a inquisição) são sempre complexos, e quem comete os crimes de fato são as pessoas e não os livros.

    Estamos no ano 2010, ja chegou a hora de deixarmos preconceitos bobos de lado.

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  2. Meu amigo,você é o tipo de pessoa que gosta de se enganar...É extremamente evidente o seu equívoco..Na verdade você está é insultando a inteligência dos seus leitores, e o pior, é saber que tem gente que cai neste tipo de conversa e/ou informação. Quem conhece o velho testamento e a época da inquisição e possui um pouco de senso crítico acaba percebendo que este texto não confere com os fatos. Ah hein falar em inquisição, mancada de vocês hein, queimar cientistas por revelarem a verdade dos fatos..Nossa..quase queimaram Galileo Galilei por afirmar que "Todos os planetas – inclusive a Terra – giram em torno do Sol".. Mas isso não conta não é mesmo? Abraços

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  3. Hitler não era ateu, era protestante. Procure seus discursos e leia o Mein Kampf, principalmente a parte em que ele fazia discursos excitados anti-ateísmo e a parte em que diz que "deus escolheu a raça ariana para subjulgar as demais". No mais, não minta e tente ser menos calhorda.

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  4. Comentando os comentários: O pior cego é aquele que não quer ver... E não digam que a recíproca é verdadeira, por que ateus não admitem que possam estar errados. Antes fecham-se em seu mundinho do mesmo diâmetro de seus umbigos e acham que fica tudo bem...

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  5. Pra vc que não sabe amigo, hitler era católico.Em Main kapf ele diz que "ao matar os judeus, estou fazendo o trabalho de Deus.Dando fim aqueles que mataram cristo."

    Cara.Está prestes a enfrentar um processo por difamação e calúnia.Aguarde imtimação.

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  6. Nossa vc tem uma idéia muito deturbada dos fatos,e pelo que vejo é muito preconceituoso.
    "Ser ateu significa jamais se declarar arrependido?"
    Não significa!Nós arrependemos sim dos atos que cometemos,temos decência suficiente para isso.
    Hitler nunca foi ateu e Stalin como italiano defendia o Vaticano que fica justamente no coração da Itália.
    O nazismo sempre esteve aliado aos católicos e o papa deu todo o apoio para o massacre dos judeus durante a guerra e depois da guerra o Vaticano ajudou centenas de generais alemães a escaparem para a Argentina e Brasil.
    Hitler era místico e venerador de ocultismo, enquanto que Stálin era Cristão ortodoxo. Lênin, sim, era ateu.
    Ligar instinto assassino ao ateísmo faz de você uma pessoa preconceituosa e separatista, igual ao deus que você acredita.

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  7. Aqui vai um pequeno texto sobre Hitler que talvez lhe interesse;
    “Gott mit uns” (”Deus connosco”), é o que pode ser lido nas fivelas dos cintos usados pelos soldados da Alemanha nazi. Um pouco estranho para um “totalitarismo ateu”… mais estranho ainda foi o regime nazi ter banido os grupos alemães de ateus e pensadores livres na primavera de 1933 (ver New York Times de 14 de Maio de 1933). Estas acções foram antecedidas pelo seguinte discurso no parlamento alemão:

    «Pela sua decisão de levar a cabo a limpeza moral e política da vida pública, o Governo está a criar e a assegurar as condições para uma vida interior religiosa verdadeiramente profunda. As vantagens para o indivíduo que possam provir de compromissos com organizações ateístas não se comparam de forma alguma com as consequências que são visíveis na destruição dos nossos valores éticos e religiosos comuns. O Governo nacional vê em ambas as denominações Cristãs [igreja católica e protestante] o factor mais importante para a manutenção da nossa sociedade.» - Adolf Hitler, discurso no Reichtag a 23 de Março de 1933

    Hitler tornou-se chanceler em Janeiro de 1933, e não tardou muito a mostrar a sua aversão ao ateísmo:

    «Uma campanha contra o “movimento ateu” e um apelo ao apoio católico foram lançados pelas forças de Adolf Hitler.» - Associated Press, 23 de Fevereiro de 1933

    O combate ao ateísmo era um ponto fulcral na agenda do facínora:

    «Eu juro que nunca me irei associar a partidos que queiram destruir a Cristandade(…) Queremos encher de novo a nossa cultura com o espírito Cristão(…) Queremos queimar todos os desenvolvimentos imorais recentes na literatura, no teatro e na imprensa - em suma, queremos queimar o veneno da imoralidade que entrou em toda a nossa vida e cultura como resultado do excesso liberal(…)» - Adolf Hitler, citado em The Speeches of Adolf Hitler, 1922-1939, Vol. 1 (London, Oxford University Press, 1942), pg. 871-872

    Penso que está bem provado que Hitler não era um ateu nem nada que se parecesse, e que até defendia o cristianismo contra os valores seculares. Qual a religião de Hitler? Se formos acreditar nas palavras do próprio:

    «Eu sou agora como dantes um Católico e sempre o serei.» - Adolf Hitler, numa carta ao general Gerhard Engel, em 1941

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  8. O nazismo na verdade tinha tanto o apoio das igrejas presbiterianas quanto do vaticano... volte a estudar história.
    Quanto aos regimes comunistas, algo que todo religioso ADORA falar é: "São comunistas por serem ateus"... ERRADO!
    Os regimes comunistas são "anti-religiosos", pelo fato de que a RELIGIÃO representa uma força exploradora equivalente ou superior ao estado, e em um regime comunita, nada pode se equivaler ou ser superior ao estado. Nada disso tem a ver com a descrença em deuses, e sim com a ideologia de um regime.
    Já as mortes das cruzadas e da inquisição, são todas EM NOME de um deus. Existe uma diferença bem massiva ai.

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  9. Nossa, quanto besteirol em pouco tempo. Logo se vê que a o "fanatismo" dos ateus (sim, fanatismo, e no sentido mais popular da palavra, pois é evidente que o ateísmo é uma postura irracional)não consegue lidar com fatos. Como todos os que vivem num mundo de fantasia (e cogitar uma realidade sem Deus não passa de "conto de fadas"), em paralexe cognitiva, os anônimos sem coragem não suportam o contraditório.

    Em primeiro lugar, dizer que o argumento prova que os ateus são do mal é um entendimento bem pueril do texto (puerilidade da qual os ateus não podem fugir). É mais do que evidente que o artigo propõe, como forma de ironia, que se use o mesmo critério que apedeutas do nível de Dawkins e Hitchens usam para falar das religiões. Se o Sr. Anônimo acha que tal critério não prova nada contra o delírio ateu, então, logicamente, não devia usá-lo como prova, do que quer que fosse, sobre as religiões. Agora, por outro lado, mesmo não sendo a intensão do texto, é evidente que o ateísmo é perigoso, como toda maluquice tendente à sociopatia; na medida em que se perde a noção do infinito ontológico, perde-se a noção de que qualquer ação é feita num oceano de possibilidades e que, portanto, comedimento é algo necessário. Não é a toa que os maiores genocídios da história foram promovidos por ideologias que faziam pouco de Deus. E mais, comunismo marxista é sinônimo de ateísmo sim, e esse uso boiolamente politicamente correto da palavra "preconceito" não cola comigo. Não tenho preconceitos, tenho conceitos.

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    Samuel, você não tem a menor idéia do que fala. Não sabe absolutamente nada sobre o Antigo Testamento ou a Inquisição, mas, só por uma questão de método, vamos supor que você está certo, ainda assim nenhum evento do passado se compara ao que foi gestado no bojo do ateísmo.

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  10. Hitler não era católico ou protestante, era um ocultista, tinha uma religiosidade do tipo mágico; contudo, o nazismo, como ideologia, era e é fruto do cientificismo ateu. É mais do que claro, e o texto fala disso, que o uso que Hitler e os demais líderes nazistas faziam de Deus e de arquétipos cristãos era político. Isso é bem simples de entender, como é simples de entender que o nada vem do nada... coisa, no entanto, complicadíssima para ateus delirantes.

    "Não significa!Nós arrependemos sim dos atos que cometemos,temos decência suficiente para isso. Hitler nunca foi ateu e Stalin como italiano defendia o Vaticano que fica justamente no coração da Itália."

    Não, não possuem decência e todo arrependimento de ateus é tão só algo levado pelas circunstâncias. Se a existência se resume à materialidade e esta vida encerra todo o campo das possibilidades, tudo pode vir a ser legítimo e, logicamente, qualquer arrependimento é, tão só, um erro no caminho traçado. Não há arrependimento verdadeiro vindo de um ateu.

    Stalin era italiano?!? Rsrsrsrs é o fim da picada um negócio desses.

    E, meu caro, essa conversa mole de relacionar o genocídio dos judeus ao Vaticano não passa de conto da carochinha mais de uma vez desmentido pelos fatos (mas, claro, fatos, como algo real, não interessam a ateus). Muitos católicos ajudaram os judeus perseguidos assim como, quando a mesa virou, ajudaram alemães perseguidos. Ser fiel a uma ética verdadeira pede esse tipo de testemunho.

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  11. Fica claro nas citações apresentadas, que o regime nazista só levava em conta a religião enquanto fator de estabilidade social e, portanto, algo sem um valor em si mesmo. Não entende isso quem não quer.

    Quando eles falam de "luta contra o ateísmo", estavam falando de luta contra o marxismo ou o liberalismo. Isso, em nada, prova que a ideologia nazista, com seu cientificismo e sua perspectiva de fim da história na história, deixa de lado considerações transcendentes. A religiosidade romântica, superticiosa e magicista, que também estava entremeada no discurso nazi, é uma decadência do verdadeiro espírito religioso.

    "Os regimes comunistas são 'anti-religiosos', pelo fato de que a RELIGIÃO representa uma força exploradora equivalente ou superior ao estado, e em um regime comunita, nada pode se equivaler ou ser superior ao estado. Nada disso tem a ver com a descrença em deuses, e sim com a ideologia de um regime."

    A supremacia do Estado na ideologia marxista é um erro. Poder supremo só quem tem é Deus, nada mais. Nesse sentido, é evidente que há conflito entre socialismo e/ou comunismo marxista e a Verdade. E também é evidente que isso implica no ateísmo.

    "Já as mortes das cruzadas e da inquisição, são todas EM NOME de um deus. Existe uma diferença bem massiva ai."

    Sim, a diferença é MASSIVA rsrsrsrsrsrs

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  12. Anônimo,

    "Mesmo que você estivesse correto, sendo que de fato não está (discutirei isso depois). Isso prova o que? Que os ateus são do mal? Se você quiser seguir essa linha de raciocínio, então o que você diria sabendo que a grande maioria da população carcerária é constituída por religiosos? Isso também provaria alguma coisa? (...) O seu post, além de ser falso (crimes cometidos por ateus não significam a mesma coisa que crimes cometidos pelo ateismo e comunismo é diferente de ateísmo), só serve para incitar preconceito."

    Em primeiro lugar, ninguém pretende provar que "os ateus são do mal" ou que "ateus cometem mais crimes". O capítulo deve ser lido no contexto dos debates entre teístas e ateus nos Estados Unidos e pretende rebater "o automatismo do mantra de que a crença religiosa tem sido a principal fonte de conflito humano e violência".

    O comunismo é uma ideologia intrinsecamente ateísta e provocou muito mais conflito, violência e assassinatos que todos os autoritarismos religiosos juntos. Esse é o ponto do texto. Será que o Anônimo não leu o critério de Dennett pra entender a discussão?

    "Eu, mesmo acreditando que a grande maioria dos genocídios foram provocados em contextos religiosos, considero culpar a religião pelas mortes, uma atitude muita simplista e perigosa."

    Se você quiser "acreditar" nisso, ok, mas o texto já mostrou, com números, que não é verdade.

    Outro Anônimo (talvez o mesmo),

    "Cara.Está prestes a enfrentar um processo por difamação e calúnia.Aguarde imtimação."

    Quanto desespero, hein. Este certamente não entende nada de direito penal, mas quer nos intimidar. Esse é o método de debate ateísta?

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  13. "(crimes cometidos por ateus não significam a mesma coisa que crimes cometidos pelo ateismo e comunismo é diferente de ateísmo), "

    Engraçado que esse argumento não vale quando os crime são cometidos por religiosos: aí a culpa é da religião (ainda que o primeiro anônimo pareça não comungar dessa ideia, ela é mais que recorrente na argumentação dos new atheists).

    Sim, comunismo é diferente de ateísmo. O primeiro pressupõe o segundo, mas não são termos unívocos.

    Porém, da mesma forma os regimes feudais pressupunham o catolicismo, mas não eram o catolicismo. De novo, esse argumento os ateus não reconhecem.

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  14. Lampedusa, nem todo comunismo é ateísta porque nem todo comunismo é marxista, mas o comunismo marxista é essencialmente ateu.

    Na medida em que o marxismo pretende traduzir em realidade social o materialismo dialético, a irreligiosidade passa a ser o ideal da nova civilização, e o combate à divindade, uma condição preliminar de seu triunfo.

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  15. Eu fico é triste com esse tipo de postura, de tachar todos os ateus de imorais. Antes de ficar se preocupando com o que foi feito no passado, porque não pesquisar no presente para ver como são essas pessoas. Gostaria de convidar todos a visitar o meu blog e o meu canal no Youtube, para ver que tipo de pessoa EU sou.
    Tanto as teocracias quanto as ditaduras comunista e nazista envolviam o desejo de PODER, e para isso precisavam acabar com seus oponenetes. Foram todas ditaduras e aconteceram de acordo com certas condições históricas e culturais.
    A minha família é ateísta desde os meus avós (pelo menos) e este ateísmo deriva do Iluminismo, do desejo de estudar e conhecer. Ateus não querem matar cristãos, querem apenas ser respeitados como cidadãos.

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  16. http://ceticismo.net/religiao/grandes-mentiras-religiosas/hitler-era-ateu/

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  17. Esse link não acrescenta absolutamente nada ao que já foi dito neste debate.

    -------

    Minha cara atéia, não há verdadeira moralidade em um ateu. Nós pódemos ter ateus que são boas pessoas, numa perspectiva natural, mas isso sempre se dá de maneira condicionada, isto é, enquanto as condições X ou Y durarem.

    Moralidade é determinar a retidão dos atos humanos segundo um fim. Se este fim se confunde com as próprias aspirações do homem, então ele é plenamente mutável, é mutável na essência e nos acidentes. Entenda, os atos não são mais do que os elementos materiais da moralidade; o elemento formal, quer dizer, a maneira pela qual os atos procedem da razão e da vontade, é o fim último que os especifica (dando sua qualidade objetiva, boa ou má), isto é, Deus.

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  18. "Minha cara atéia, não há verdadeira moralidade em um ateu."

    Quantos ateus você conhwece pessoalmente para poder afirmar uma coisa dessas?
    Existe algum estudo que comprove isso estatísticamente?
    E porque será que eu, que fui educada por pais ateus, tenho plena noção do certo e do errado?

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  19. Procure raciocinar teoricamente.

    Sua noção de certo e errada é, como eu disse, condicional. No seu lugar alguém facilmente pode virar Mao ou Hitler, mas um religoso sempre terá diante de si a existência do infinito ontológico. A simples existência do infinito coloca nas ações, na concepção das ações humanas, um tal coeficiente de imprevisibilidade que lhe convida à modéstia.

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  20. "No seu lugar alguém facilmente pode virar Mao ou Hitler,"

    É isso que me entristece, você ser capaz de me ofender dessa forma. Você simplesmente me chama de criminosa em potencial e nem pisca!
    O mundo inteiro hoje reconhece que o que foi feito por Mao, Hitler e Stalin foi errado, e só puderam fazer isso porque tinham poder demais. Por isso a democracia e a laicidade são tão importantes, para que ninguém tenha mais acesso a esse tipo de poder.
    Além disso você só teoriza, mas não apresenta dados factuais. Onde está a prova de que ateus são mais imorais?

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  21. Eu estou teorizando mesmo. Agora, como todo ateu, a senhora tem dificuldade de pensar além do umbigo.

    E sim, acho todo ateu um maluco em potencial. Se isso te entristece, paciência, é assim que penso, é assim que é lógico. Na vida adulta não se escuta só o que se gosta; cresça. Se as pessoas reconhecem o erro dos genocidas citados (e muitos não reconhecem) é, precisamente, porque o errado o é tendo em vista um referencial transcendente. Isso não tem nenhuma relação com democracia ou laicidade.

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  22. Bom, se você acha lícito ofender gravemente uma pessoa só por ela não pensar como você, onde está a moralidade nisso? Meus pêsames.

    Reconhecemos que os genocídios foram errados porque promoveram um grande sofrimento HUMANO, e eu sou contra promover sofrimento a quem quer que seja. Tenho uma coisa chamada 'empatia' que faz com que eu me importe de verdade com os sentimentos e o bem estar das pessoas. Eu sofro se vejo alguém sofrer.

    E você pode honestamente dizer que quem é religioso nunca comete crimes?
    E continuo querendo estatísticas de suas afirmativas.

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  23. Esse Thiago é cara mais ignorante que eu já vi na net. Preconceito puro. Eu sou ateu e JAMAIS, JAMAIS iria fazer mal a alguém. Tenho meus princípios e meu caráter, se você é o tipo de pessoa que só pode fazer o bem ou manter seu dignidade quando tem algum amigo imaginário pra acreditar, então o perigoso aqui não sou eu, e sim VOCÊ.

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  24. Preconceito não, conceito. Agora, se você não entende uma ilação lógica, paciência... Vá procurar sua turma emo.

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  25. Atéia de bom humor,

    "É isso que me entristece, você ser capaz de me ofender dessa forma. Você simplesmente me chama de criminosa em potencial e nem pisca!"

    "E você pode honestamente dizer que quem é religioso nunca comete crimes?"

    Essas duas frases suas são ótimos exemplos de um problema de afeta muitos brasileiros: a dificuldade de interpretação de textos.

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  26. Vou ser sincero, eu fico triste em ver isso, muito triste, e olha que só tenho 16 anos...
    Sou ateu, por milhares de motivos, e diferentemente da maioria dos cristões, não tenho ódio por pessoas homossexuais, de outras raças, com outras idéias ou com qualquer tipo de diferença, e se você quiser dizer que estou estereotipando, vá ao orkut, existe milhares de comunidades onde cristões (eu sei porque sempre citam a bíblia com passagem que dizem que gays são abominações e etc) expressam tal raiva abertamente.
    E pelo amor de deus (força do hábito), leia a porra da wikipedia antes de falar que hitler e comunistas eram ateus, leia a porra de um livro que não seja religioso e tenha conteúdo de verdade.
    Religião é coisa do passado, acredito que a uns milhares de anos teve algum ideal bom, mas foi distorcido por centenas de padres para gerar lucro e poder. E você está falando que Hitler não era cristão, mas se você procurar em qualquer lugar, você vai ver que era, se você também parace para ler as dezenas de comentários acima, veria que as fivelas da roupa dos nazistas citavam deus, tem muitas imagens na internet também de fotos de discurso ou passeatas onde Hitler apertava a mão de padres ou se encontrava ao lado deles, informe-se melhor.
    Sério cara, ateus também não olham para seu próprio umbigo e ficam no seu mundinho (não sei se foi você ou outro cara que citou isso), isso na verdade é o jeito cristão de ser, ateus procuram entender, procurar, descobrir, vocês acham 1 texto, que há milhões de outros que mostrando de forma estupidamente óbvia que esta errado, e dizem que ateus são assassinos.
    Só para lembrar também, você quer falar mal dos ateus atribuindo esses 2 casos erradamente, mas mesmo que estivesse certo, e as cruzadas? Milhares de cavaleros estruparam mulheres, degolaram crianças indefesas e mataram homens em nome de deus, e ao perderem a guerra, a igreja ainda passou a caçar eles, que pouco tempo antes ainda estavam sendo incentivados pela igreja.
    E acho que seria maldade com você e um insulto a sua inteligencia (se você tem alguma)te lembrar do fato de que todos esses atentados terroristas grandes que você vê por ai são com base religiosa, ou você acha que alguém se explodiria se não achasse que fosse para o céu encontrar sei lá quantas virgens.
    A religião é usada para mascarar crimes, como aqueles donos de igrejas que roubaram dinheiro pra caramba e continuam usando o dizimo de vários crentes para ter uma vida boa ou como esses padres irlandeses que nos anos 60 e 70 estruparam e abusaram psicológicamente de criançinhas e continuam impunes até hoje...
    E só uma ultima coisa (não quero ocupar muito do meu tempo o criar uma mensagem muito longa), você realmente acha que a lei da gravidade é uma mentira e o seu deus todo poderoso que esteve invisivel pelos ultimos 64 bilhões de anos, só aparecendo em manchas de janelas é que está empurrando tudo para baixo? Pois bem, foi o que um representante das igrejas (ou algo assim) americano falou em um congresso. E você realmente acha que feministas são mulheres lésbicas, destruidoras de valores morais e famílias, que matam seus filhos e maridos e se banham no sangue deles? Um bispo falou isso a pouco tempo também. Só não comento a frase de Madre Teresa pois seria muito clichê...

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  27. É impressionante como os ateus - anônimos ou não, de bom humor ou irritadinhos - não souberam interpretar um texto simples. Trata o capítulo do livro de Dinesh D'Souza sobre uma acusação típica contra a religião, segundo a qual a crença provocou, historicamente, muito conflito humano e violência. O ateu militante Daniel Dennett chega a estabelecer o padrão de que não importa se a militância religiosa geradora de violência era ou não uma autêntica manifestação da religião. D'Souza usa o mesmo padrão para tratar das ideologias ateístas, como o marxismo, e conclui que, por esse raciocínio, o ateísmo é o maior causador de genocídios da história da humanidade. D'Souza apresentou dados de historiadores sérios, e números. Que esse fenômeno se tenha produzido por um efeito destruidor de valores operado pelo ateísmo é uma explicação comum, inclusive por ateístas, e não vejo razão para tanto susto.

    Agora, o que os ateus aqui entenderam disso? Entenderam que estamos dizendo que "ateus cometem mais crimes", ou que "religiosos não cometem crimes". Isso é incapacidade de interpretar um texto! É burrice.

    E ainda tivemos um para tentar nos INTIMIDAR com um processo por difamação e calúnia. É dose.

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  28. "(...) é evidente que o ateísmo é perigoso, como toda maluquice tendente à sociopatia (...)".

    " (...) vá procurar sua turma emo."

    "E sim, acho todo ateu um maluco em potencial."

    Cara, reveja seus conceitos, se isso não é preconceito, então nada é (comece a esbravejar sobre os homossexuais também)!

    Por sorte, no Brasil a grande maioria dos religiosos tem algo chamado bom senso e caráter, coisa que falta em você.

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  29. Também é dose vir aqui um pirralho de 16 anos citar a Wikipedia... Meu filho, você não contestou nada do que eu disse, só repetiu o que os outros "ateus emos" já tinham dito antes. Troca de disco.

    Mantenho o que disse: o ateísmo leva, potencialmente, a comportamentos como os dos genocidas do século passado, os maiores da história, pois não há moralidade verdadeira, isto é, com universalidade temporal e espacial, entre quem não chega a Deus (sim, pois a Deus se chega pela razão somente).

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  30. Não André, não é preconceito, é conceito. Como eu já disse, o uso de palavras tiradas da boiolice politicamente correta não me afeta. Vá procurar sua turma.

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  31. "o ateísmo leva, potencialmente, a comportamentos como os dos genocidas do século passado"

    Ok, acho que ficou claro que não imaginei essa ofensa, ela é clara e atribui a todos os ateus da ATUALIDADE o potencial de se tornar 'ditadores sanguinários'.
    Tipo Salazar, ou Franco, ou Pinochet, quem sabe...

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  32. Thiago,
    Você está tratando o Ateísmo como se fosse uma religião..Horrores cometidos em nome do ateísmo? Ateísmo é uma classe de pessoas, não um grupo organizado para matar qualquer um que não aderir ao ateísmo. Outra coisa, quem lê o texto percebe que o que você está colocando em xeque é a moral dos ateus e não as estatísticas, por mais que você tente camuflar o seu preconceito, isto está muito evidente.Percebendo isto, justifico eu citar os assassinatos e violência no velho testamento, não pelas estatísticas, mas pela falta de moral.

    “Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte.” (Levítico 20:13).

    “Pode ser que um homem tenha um filho teimoso e rebelde, que não obedece aos pais, nem mesmo depois de ser castigado. Então os pais devem levá-lo aos líderes da cidade e no lugar de julgamento na praça pública eles dirão: ‘O nosso filho é teimoso e rebelde; ele não nos obedece, gasta dinheiro à toa e é beberrão’. Aí todos os homens daquela cidade o matarão a pedradas, e assim vocês tirarão o mal do meio do povo. Todos saberão do que aconteceu e ficarão com medo”. (Deuteronômio 21:18-21)

    entre outros...

    Thiago,Isso é moral para você?

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  33. Nada, perto de Salazar, Franco ou Pinochet todo ditador ateu é uma moça.

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  34. Samuel, não estou discutindo a Bíblia, mas a loucura atéia. Mesmo levando em conta sua exegese capenga sobre a Sagrada Escritura, ainda assim nada se compararia ao que o ateísmo produziu de fato e pode produzir potencialmente. Os motivos? Já escrevi aqui.

    E é evidente que coloco em xeque a moral dos ateus, posto que ela é impossível de existir, a não ser de um modo condicionado.

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  35. Complementando o texto acima...Grandes histórias de violência, assinatos estão registrados no livro que você considera sagrado e que defende e segue de todo o coração... Onde está a moral?

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  36. E provas estatísticas que é bom, nada...

    Ok, podem continuar sem mim, tenho mais o que fazer. Assistir um filme de mãos dadas com o meu marido me parece bem mais proveitoso.

    Beijosnãomeliga

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  37. Samuel Arantes,

    O que ficou faltando pra você entender, quando ele disse que a boiolice politicamente correta não o afeta?

    Sim, tudo na Bíblia é moral para nós. E ainda que nem todos os preceitos do Antigo Testamento sejam definitivos, e alguns precisem ser contextualizados, é da Lei de Moisés que a Civilização Ocidental retirou a base ética para os Direitos Fundamentais e até para as mais importantes instituições seculares.

    A tática da ateuzada agora é o diversionismo. Estão falando de mil assuntos diversos, e se recusam a contestar o argumento do post: que as ideologias ateístas mataram, em nome do ateísmo, muito, muito, mas MUITO mais que todas os conflitos religiosos juntos. E que isso deve-nos ser suficiente para afastar o mantra de que a religião tem sido a principal causa de conflito humano e violência.

    Ateus militantes como Dawkins, Harris, Dennett, etc. não se preocupam em dizer que a religião leva aos mais absurdos crimes e atrocidades, e sugerem explicitamente que a eliminação da religião seria ótima para a paz no mundo. Mas a ateuzada aqui está toda ressentida, ofendidinha com o texto. Vão tomar no cu!

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  38. O registro de violências, assassinatos, etc. são apenas o registro do que pode fazer a natureza humana decaída e, portanto, voltar-se para ela, como faz o delírio ateísta, só pode causar mais violências e assassinatos. A história recente provou isso.

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  39. Ricardo,

    "Sim, tudo na Bíblia é moral para nós."
    "Mas a ateuzada aqui está toda ressentida, ofendidinha com o texto. Vão tomar no cu!"

    Isso foi muito religioso pra mim...A ateuzada aqui até agora não utilizou este tipo de vocabulário...rsrsrsrsrs

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  40. Esse é um vocabulário muito mais adequado que usar a palavra "preconceito" segundo um parâmetro de boiolice intelectual.

    ------

    "E provas estatísticas que é bom, nada..."

    De novo isso? Eu falo grego por acaso? Não já disse que estou refletindo no campo teórico. Ah... claro!... ateus não refletem teoricamente.

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  41. Samuel,

    Se você acha que "religioso" é não falar palavrão, só lamento por sua ignorância em matéria religiosa. Se for bancar o ofendido, interpretar os textos de forma absurda, fugir do tema, etc. então vou mandar você tomar no cu mesmo.

    Thiago,

    Dê uma olhada nesse video: http://www.youtube.com/watch?v=z7LU-jPvNnw&feature=player_embedded (a ateuzada vai ter outro ataque histérico)

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  42. "Boiolice politicamente correta"

    Ué, vocês não são os donos da moralidade? Até agora só vi acusações infundadas e mentirosas e preconceito. Que moralidade é essa?

    Vocês acreditam em um livro que diz que a terra é plana...e nós que não refletimos teoricamente.

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  43. Pelo contrário, usei argumentos filosóficos para mostrar que o ateísmo é um delírio. Isto é, conceitos. O problema é que você não deve ter capacidade de entendê-los. Por isso, deveria estudar mais antes de abrir a boca.

    E ficar fugindo do foco, com essas colocações clichetescas sobre a Bíblia não nos afeta. No máximo, elas reforçam sua própria negação de refletir profundamente sobre o tema.

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  44. André,

    Como assim acusações infudadas e mentirosas? A tese do texto de D'Souza é que ideologias ateístas causaram muito mais mortes, violência e conflito humano do que governantes religiosos. Isso ele provou com números e historiadores sérios. Nenhum ateu ofendidinho contestou. Apenas ficaram repetindo negativas vazias, do tipo "vocês estão se enganando", "quanto preconceito", "isso tudo é mentira". Isso não vai colar.

    A Bíblia não diz a Terra é plana. Não se sinta tentado a colar versículos que nós já conhecemos para tentar provar que sua interpretação deve ser literalista. Pois vou mandar você tomar no cu. Essa é só mais uma tática para fugir do tema.

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  45. "Os ateus não se arrependem de seus atos". Como fariam isso? O Ateísmo não é uma sociedade, uma instituição ou algo do tipo. Como um ateu pode se arrepender por algo que outro ateu fez? Ateísmo é simplesmente uma escolha, a escolha de não acreditar diante em Deus, religião ou equivalente dentro dos argumentos que a mesma apresenta. Acreditar ou não acreditar é um direito. Ponto. E no mínimo engraçado (para não dizer amoral) sua posição em afirmar que os líderes citados não eram religiosos, só o faziam por motivos políticos, por mais que o contrário esteja altamente documentado. E se não é verdade que a Igreja ajudou apoiou o Nazismo, o perdão que o Papa João Paulo II pediu ao povo judeu por toda as ações e omissões do Vaticano durante a II Guerra não valeu de nada. Ao menos honre os mandamentos cristãos e seja honesto com os fatos e a História. "Conhecereis a Verdade e Esta vos liberta-rá" João 8:32

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  46. Resumo da reação ateísta no blog:

    1) Negativas vazias ("isso é tudo mentira", "quanto preconceito", "vocês estão enganados", "parem de falar absurdo");

    2) Tentativa burra de intimidação com processo judicial, na falta de argumentos;

    3) Incapacidade de interpretar textos, que levou uma senhora a ficar pedindo estatísticas que provem que "religiosos não cometem crimes" (como se alguém tivesse afirmado essa bobagem);

    4) Coitadismo, vitimismo e pose de ofendidinhos;

    5) Tentativa de mudar o foco do texto, com mil assuntos lançados do nada (típica tática desleal de debate).

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  47. Pode mandar, eu não ligo...isso só demonstrará a sua educação!

    27 Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava um círculo sobre a face do abismo,
    28 quando estabelecia o firmamento em cima, quando se firmavam as fontes do abismo,
    29 quando ele fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando traçava os fundamentos da terra,
    30 então eu estava ao seu lado como arquiteto; e era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo;

    Provérbios [8]

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  48. "Metal House", o ateísmo é uma escolha do mesmo nível em que eu posso escolher dizer que o céu é verde. E, claro, você tem direito de dizer que o céu é verde. Do mesmo modo eu tenho direito de considerar isso um delírito que, no campo político, pode levar as conseqüências X ou Y.

    E mais, dizer que os líderes citados não eram religiosos é, tão somente, um apego aos fatos, à verdade. Não vou me dar o trabalho de responder a sua colocação sobre João Paulo II porque ela é mais uma fuga do tema. É incrível como os "emoteus" (ateus emos) não conseguem refletir objetivamente.

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  49. André, outro comentários que não se atenha ao tema será apagado. Ninguém nunca interpretou esse trecho da Bílbia como você interpreta, nunca se acreditou que a Terra era plana, em nenhuma época ou lugar. Vá estudar mais antes de abrir a boca. Sugiro o seguinte:

    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=ciencia&artigo=masquegente&lang=bra

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  50. “Algum homem primitivo um dia inventou a faca, para cortar peles e alimentos. Eis o
    cientista. Outro roubou seu invento e então o usou para matar. Eis o empresário. Outro
    regularizou aquele roubo e os assassinatos. Eis o político. Outro justificou a matança
    dizendo que era o desígnio de algum deus. Eis o religioso”. Francisco Saiz.

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  51. Ué...estava errada a interpretação?

    Então por que a religião ameaçava queimar pessoas que diziam que a terra era redonda, se eles ja sabiam que ela era?

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  52. André,

    Você ignorou o que disse SOBRE O TEMA DA POSTAGEM, insistindo nessa maluquice em cima da Bíblia. Ninguém ameaçou queimar quem afirmasse que a Terra não é plana. Isso nunca aconteceu! É só um mito inventado por ateus! hahahah! E você caiu! Isso é lenda de cursinho kkkkkkk. Até a Wikipedia (pt) admite:

    "A noção de que durante a Idade Média haveria uma "crença na Terra plana" foi forjada no século XVI, e ainda é uma visão popular entre não-especialistas. Por outro lado, medievalistas e historiadores da ciência atualmente concordam que essa é uma concepção falsa."

    Sinta-se ingênuo e crédulo.

    Sua tentativa de mudar de assunto prova seu desespero diante do que foi afirmado e demonstrado por Dinesh D'Souza. Prepare-se que o Thiago talvez poste mais deste e de outros apologistas cristãos, que estão arrebentando com os militantes ateus nos EUA, e vocês terão outros ataques de desespero intelectual nesse blog.

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  53. Ricardo e Thiago,

    Bem, vamos dizer então que tudo que vocês disseram é a verdade, que todos os ateus são loucos, fanáticos e e propensos a sanguinolência. Qual seria a solução? Crer em Deus (afinal, seria a total aversão ao ateísmo). Agora lhes pergunto, qual? O que vocês podem me afirmar para provar que o Deus que vocês acreditam é o verdadeiro, e não o que outras religiões não-cristãs é falsa? Qual seria a base de uma afirmação deste tipo?

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  54. Thiago,

    Tivemos assassinos Ateus e Teístas.Foram erros que ambos cometeram. Agora, analise o que tem acontecido..Ainda continuam matando em nome da religião..carros bomba, World Trade Tenter, metrôs,apedrejamentos, etc.. Só não venha me dizer que estes acontecimentos tem sido por interesses políticos porque na verdade são interesses religiosos. A questão é: Quem continua matando? Em nome de quê continuam matando em grande massa? Posso te afirmar que em nome do ateísmo que não é..

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  55. Malk, uma coisa é saber que Deus existe, algo a que se pode chegar pela razão, outra é dizer qual religião é verdadeira, algo que envolve a razão e a fé. Nesse sentido, o ateísmo é uma irracionalidade. Nós não estamos debatendo aqui sobre qual revelação, a cristã ou a islãmica por exemplo, é que deve ser aceita.

    Agora, a resolução desse problema, o de nos dias atuais tantas pessoas refletirem com base em clichês, só pode passar pela educação e pela denúncia dos erros.

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  56. Samuel, quando você vai ler o que estamos escrevendo? Em algum momento alguém aqui disse que não se cometeram atos bárbaros em nome da religião? Não, ninguém disse isso. O que foi dito é que o ateísmo dá a possibilidade de tal tipo de coisa ocorrer numa escala muito maior.

    E, no caso do atual terrorismo islâmico, fique sabendo que ele deriva de uma junção de idéias proprias do Islã com o marxismo exportado por ocidentais ateístas.

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  57. "E mais, dizer que os líderes citados não eram religiosos é, tão somente, um apego aos fatos, à verdade"
    Quais fatos? Poderia citar uma referência histórica, e de preferência neutra?

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  58. Você mesmo pode pesquisar sobre o assunto. O texto do post já apresenta algumas informações, mas é evidente que um aprofundamento depende de seu amor à verdade. Leia a biografia desses líderes e procure notar se algum deles levava em conta a religião como elemento importante da vida.

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  59. Ser ateu é se colocar no mesmo nível de um pé de alface. Menos! É se colocar no mesmo nível de qualquer gramínea que tenha nascido por acaso. Afinal não têm explicações para nada, a começar por pensarem que tudo é obra do acaso.
    Me admira que pessoas não percebam que “a ciência não fala de valores, de sentido, de metas nem de fins, e o ser humano precisa de tudo isso para preservar a sua dignidade e ser feliz”. A ciência não pode considerar que só se pode conhecer aquilo que é mensurável, verificável e desprezar os aspectos da realidade que resistem a esse tipo de controle. A ciência moderna oferece a tentação de querer conhecer toda a realidade com exatidão matemática. Mas a matemática é exata à custa de considerar unicamente os aspectos quantificáveis da realidade. Reduzir a realidade ao quantificável é uma simplificação notável, um reducionismo. A matemática sempre dará um conhecimento insuficiente se quisermos levar em conta o todo. É a mesma coisa que dizer que “você pesa 70 quilos e mede 1,83 metros. As duas medidas são exatas, mas você é muito mais que uma soma exata de centímetros e quilos. As suas dimensões mais importantes não podem ser quantificadas: não podem ser determinadas numericamente as suas responsabilidades, a sua liberdade real, a sua capacidade de amar, a sua simpatia, etc. “
    Acima da ciência existe uma outra realidade muito mais importante, aquela que não pode ser medida, nem pesada, nem analisada num microscópio. Os sentimentos não podem ser pesados, no entanto, nada pesa mais do que eles na vida.
    Desprezar toda essa outra parte da vida, todo esse lado imaterial, desprezar os fenômenos sobrenaturais e inexplicáveis pela ciência e pela razão, fechar os olhos e ignorá-los nãos os farão desaparecer. Apenas coloca em evidência um fato bem conhecido. Ateus são pessoas egocêntricas e limitadas, já que não conseguem ver nem achar explicações mais convincentes para provar suas teorias.

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  60. Ok, mas é bom notar que não há verdadeira contradição entre ciência e religião. Chegar a Deus, como já disse, pode ser feito pela razão apenas. O ateísmo não é racional nem científico, mas pode ser racionalista e cientificista.

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  61. Gostaria de perguntar aos que defendem o "cristianismo" de Hitler pelas frases a ele atribuídas se eles julgam a Dilma Roussef católica.

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  62. Mais do que uma simples escolha, o ateísmo é uma crença (uma 'fé') na não existência de Deus, dado que tal conhecimento não se chega pela via racional.

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  63. Bem colocado Lampedusa. Tomando o sentido de fé que os ateus possuem, isto é, como algo meramente irracional, derivado da necessidade de preencher o vazio existencial, temos que o próprio ateísmo é uma fé.

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  64. Thiago

    Tudo o que você posta é em tom irônico, está sempre fugindo do debate. Foram posto vários FATOS a você, e você se fazendo de desentendindo. Vamos lá, mais um tentativa. O que você entende de comportamento humano ? é formado em Psicologia ? ou alguma variação da mesma ?

    Você não tem o mínimo disernimento sobre história, já deu pra ver neste texto ridículo. Se tem dúvida ainda. Poste isso a algum amigo que curse o último período de história ou algum formado(de preferência UF).

    E outra, deu pra perceber que sua fé se sustenta na veracidade de acreditar que alguém nos fez. Mais é porque nossa cultura acredita nisso.
    Agora se pergunte. Se alguém nos fez, quem fez esse alguém? e quem fez o Alguém que fez o Alguém ? e Susecivamente ...

    Ah e agora ? Como explicar ?

    Se o TAL SUPERPODEROSO se fez sozinho. Porque a humanidade não pode ter nascida sozinha ?

    Eis a questão ...

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  65. E outra, qual o conhecimento que você tem do Ateísmo ?

    Você acha que agente se reúne aos dumingos em um porão da vida, das 03:30 às 4:50 am, todos de capús pretos, queimando a bíblia e bebendo vinho ? rsrsrs ...

    Deve ser essa sua visão amigo. Infelizmente !

    Mais fica ai com sua não eterna, mais breve ignorância, tomara que seja breve né ?

    Porque eu também quando Envangélico que fui quando tinha meus 15 anos. Quando era quase obrigado a frequentar a igreja. Mais já fazia meus questionamentos. CadÊ o deus que só existe pra meus familiares? CadÊ o mesmo em Ruanda? Congo ? Somália ?

    ... ô deus bão !

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  66. Já disse qual a minha visão do ateísmo, ela não tem nenhuma relação com o que você acabou de descrever; se você não gosta de ler, paciência... E, meu caro, no protestantismo, que é uma heresia, você, dificilmente, encontraria resposta para o que quer que seja.

    Você quer saber onde estava Deus em Ruanda? Respondo: estava com aqueles e naqueles que foram assassinados. Agora, se com esse tipo de questionamento que, mais uma vez foge do tema, você quer perguntar por que o Senhor não interviu, a resposta é facílima: porque Ele não nos fez como robôs. Nós respondemos por nossos atos.

    E mais, minha argumentação foi perfeitamente lógica e racional, a ironia só surgiu quando boiolices intelectuais foram vomitadas pelos emoteus. Mas eu duvido muito que quem venha com o tipo de pensamento "de preferência UF" (como se UF´s não fossem antros da bitolação), ignora os fatos relatados pelo texto do post e acha que saber que Deus existe é um dado cultural, tenha maturidade intelectual e emocional para debater comigo.

    Leia novamente o debate. Vou rezar pela sua conversão.

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  67. "Agora se pergunte. Se alguém nos fez, quem fez esse alguém? e quem fez o Alguém que fez o Alguém ? e Susecivamente"

    Pergunto-me se essa frase fere mais a lógica ou a língua portuguesa... Páreo duro!

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  68. Realmente Lampedusa, o Sr. Gláuber desconhece o próprio conceito filosófico de Deus. É dose um negócio desses.

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  69. Olá,
    Eu sou atéia e respeito todas as opiniões e até mesmas aquelas que na concepção da lógica é totalmente fora da razão.
    Então vamos aos fatos, estudos estatístico e não as ideias, conceitos o que quer que seja.

    PAÍSES ATEUS SÃO MAIS PACÍFICOS
    O chamado "Ranking da Paz 2009", um estudo estatístico realizado pela ONG Vision of Humanity, demonstra que os países com menos influência religiosa tendem a ser mais pacíficos. Por isso, Nova Zelândia, Dinamarca e Noruega, países em que o conflito religioso na sociedade é praticamente inexistente, lideram o ranking. Na outra ponta da tabela aparecem Iraq, Afeganistão e Israel.{...}

    Para ver o texto completo
    Link:http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/news/2009/06/24/209003-ranking-mostra-que-paises-ateus-sao-os-mais-pacificos

    E depois vem falar que ateus é capaz de matança.

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  70. Olá. Que Deus, por meio de Maria Santíssima, lhe mande muitas graças de conversão. Também respeito sua opinião, mas, por honestidade intelectual, não posso deixar de considerá-la um equívoco.

    Vamos lá.

    Não existem sociedades atéias no sentido estrito da palavra. O ateísmo social é uma forma de religiosidade superticiosa, totemista.

    Os dados estatísticos, ao contrário do que você pensa, mostram exatamente o contrário. Nunca houve tanto derramento de sangue na história humana quanto aquele provocado por meio de uma cultura e/ou ideologia atéia. Se os países que você citou são hoje calmos (e a Nova Zelândia é um país religioso), isso se deve à melhora geral das condições de vida na segunda medate do século XX. Até essa época, os países escandinavos, mesmo tendo uma prática religiosa baixa, eram conhecidos pelas condições desumanas (violência social) na qual a maior parte de suas populações viviam. Disso deriva a imigração em massa para os EUA entre a segunda medate do século XIX e o começo do século passado.

    Agora, usando seu critério, o que você diria da Rússia, talvez o país mais ateus do mundo? Será que lá a paz e a harmonia estão na ordem do dia?

    Espero, caríssima, que você estude mais e chegue à conclusão que o ateísmo é irracional. Não há lógica em se manter nesse erro. Força! Lute contra o falso conforto das idéias preconcebidas.

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  71. Vc, Thiago leu realmente a pesquisa?
    A qestão da estatísca(não é o q eu penso e sim um estudo divulgado) é mostrar que os países com menos ENVOLVIMENTO religioso são mais pacífico. Então não se trata do PAÍS ser ATEU, pq até então não existem países ateus e sim pessoas ateias. So que como a sociedade evolui a religião tbem por si só evolui. Quer um exemplo disso; no próprio cristianismo de acordo com a bíblia no antigo testamento fala uma porção de coisas que hj nós, religioso ou não, consideramos imoral que é o caso da escravidão. Se pegarmos a bíblia vamos perceber muitas passagem de evolução da concepção da religião na própria bíblia.

    Acho q qem tem q estudar aki mais é você, Thiago.
    Vc nem ao menos sabe o significado de ser ateu, vc despreza algo que nem ao menos conhece, vc julga(como me julgou e outro aqui) sem NENHUM fundamento.

    "O ateísmo social é uma forma de religiosidade superticiosa, totemista"

    O ateísmos não é religião. Ateu não segue doutrina, cada um tem a sua forma particular de pensar, não aceitamos qualquer idéia sem ao menos perguntar o porquê. A maldade vem do ser humano isso é independente da religião. Assim como existem católicos, mulçumanos, budistas, ateus, etc. bons e ruins.
    Os fatos históricos de derramamento de sangue(guerras mundiais, cruzadas, revoluções,ditaduras) tem mais haver com política e/ou poder do que com religião. A religião só era uma desculpa para tais eventos. Alias para haver guerra tem q ter algum inimigo, não é mesmo?

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  72. Mais um outro argumento para o Thiago estudar mais antes de vir falar algo sem fundamento.

    "Especialistas afirmam que nas próximas duas ou três décadas a Rússia será mais um país de maioria muçulmana na europa.[29] Por fim, vêm outras religiões com menor representação como a Cristã católica (ex: a Igreja Católica Latina e a Igreja Greco-Católica Russa)"

    Lembrando que NÃO EH IDEIA minha e sim o q realmente ocorre na Russia.

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  73. Gabriel

    Cara, voce é estudante, não sabe escrever e ainda vem dar "pitaco"?? ESTUDA PRIMEIRO, APRENDA ao menos a ESCREVER, DEPOIS venha discutir. Guri não deve se meter em conversa de adulto! Não te ensinaram isso???

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  74. Samuel Arantes

    Voce "brandiu a História" e disse que Galileu foi "quase queimado" por dizer que os planetas giram em torno do sol. Voce TEM CERTEZA do que está dizendo?? Infelizmente, para voce, eu acho que voce tem. E ainda vem falar em "ofender a inteligência"...

    Não estudam, não sabem o assunto, e querem dar palpite.

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  75. Luna, realmente ela não fala em sociedades atéias, mas sociedades com menos envolvimento religioso; de fato, li demais. Mas que bom que você reconhece que não existem sociedades atéias. Eu digo mais: não podem existir. Isso seria contrário à natureza humana. Tentativas de atéismo social não duram. Por isso mesmo, como você escreveu, "a Rússia se tornará muçulmana" (eu duvido desse dado, na verdade a Rússia voltará a ser ortodoxa; muçulmana quem deve ser tornar é a Europa ocidental). Qualquer falta de religiosidade, posto que absurda, é só um interregno.

    E eu não julguei você em nada. Não conheço sua pessoa. Mas sim, julgo o ateísmo, e defendo que logicamente ele proporciona mais possibilidades de alguém virar um tirano, de querer fazer engenharia social, pois seus referenciais de limite estão no mesmo nível do próprio indivíduo.

    Por isso, como já disse, um ateu pode ser bom, pode ter moralidade subjetiva, mas não a tem no nível objetivo.

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  76. "O comunismo é ateista
    Os comunistas foram assassinos
    Logo os ateistas foram assassinos"

    Essa idéia não é muito simplista.

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  77. Claro que é. Se você ler o texto direito, vai ver que ele é uma crítica a esse tipo de reflexão, que, em geral, é feita pelos militantes ateus contra os religiosos. Agora, a simplificação está em dizer que as pessoas "foram" ou "são", mas não em que "podem" ser, pois, como já disse, o ateísmo, em si mesmo, facilita todo delírio de engenharia social.

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  78. O que significa "país com menos envolvimento religioso"? Qual o envolvimento religioso do Cambodja ou do Vietnan, por exemplo? E por que a Rep. Checa - o país mais laicista da Europa - não está entre os 'top ten'? Não parece mais razoável vincular outras variáveis (ou ao menos tentar isolá-las) explicativas (tamanho da população, economia, etc)?

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  79. Luna,

    "O ateísmos não é religião. Ateu não segue doutrina, cada um tem a sua forma particular de pensar, não aceitamos qualquer idéia sem ao menos perguntar o porquê."

    O ateísmo não é uma religião institucionalizada, mas é, sim, uma crença ou fé que todos os ateus têm como cânone (ou doutrina) absoluto: a não existência de Deus e nenhuma realidade sobrenatural.

    "Os fatos históricos de derramamento de sangue(guerras mundiais, cruzadas, revoluções,ditaduras) tem mais haver com política e/ou poder do que com religião."

    Tendo a concordar. Mas, por que , então, muitos dos ateístas militantes acusam a religião disso?

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  80. Em geral os fanáticos têm dois pesos e duas medidas. Pois bem, os emoteus que comentaram aqui, segundo informação repassada, gostam muito deste blog:

    http://neoateus.blogspot.com/

    onde lemos o seguinte:

    "Os Neo-Ateus são radicais em sua postura anti-religiosa e não só desacreditam divindades como reconhecem que o mundo seria melhor se ninguém acreditasse nelas."

    "Se você é religioso e pretende comentar no Blog, lembre-se que sua opinião não tem importância aqui."

    "Igreja adora proteger criminosos..."

    ou seja, qualquer crítica que se faça a eles (mesmo quando não entendem por pura incapacidade intelectual) é tachada de "preconceito" e boiolices do gênero, mas as deles têm de ser engolidas. É o fim da picada.

    Ao contrário do que falaram por aqui, como eu sou a favor da liberdade de expressão, não vejo nada demais nos ateus falarem sobre o que sua religião acredita. Só peço que também respeitem minha liberdade de escrever segundo parâmetros racionais.

    O obscurantismo iluminista já fez muitas vítimas.

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