sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sexta-feira 13 macabra!


Texto do confrade Sávio Laet publicado no Orkut:

Sexta-Feira 13 macabra! A Suprema Corte do nosso País, em vez de interpretar a lei, começou a legislar, função do Parlamento. Sim, porque os “bebês anencéfalos” não são seres sem vida. Na verdade, não como fazer o diagnóstico de morte cerebral de um bebê, senão após dias do nascimento. Aliás, em qualquer paciente, para se fazer tal diagnóstico, deve-se fazer refazer vários exames, num interstício de seis dias. Ademais, há várias deformações desta região do cérebro que não levam a morte. Por exemplo, nem AVE (Acidente Vascular Encefálico) - e não AVC, como comumente se diz - não é uma sentença de morte! Muitos se recuperam e voltam a viver com dignidade. Além disso, as deformações que não permitem o fechamento do tubo neural, podem ser quase 100% prevenidas pelo uso de ácido fólico durante a gravidez. Portanto, quando falamos de embriões anencéfalos, falamos de vidas humanas. Por isso, a questão relaciona-se com a dignidade da pessoa humana, cláusula pétrea da nossa Constituição. Destarte, o foro adequado para ela ser discutida é o Parlamento. A bem da verdade, o expediente usado pelos sequazes do aborto de bebês anencéfalos é chamado, em bioética, de “Pendente resvaladiça”, ou seja, querem nos empurrar, aos poucos, para o precipício da legalização irrestrita do aborto. Os dados de que mais de 200.000 mulheres morrem vítimas de aborto é um absurdo! Salvo melhor juízo, ano de 2010, segundo dados oficiais, por conta de todas as doenças relacionadas com a gravidez e o parto, no Brasil, morreram 1.062 mulheres. Mas que ninguém se espante: o mais capcioso argumento dos abortistas é quase sempre uma mentira deslavada! Precisamos acordar. Se você coloca uma rã numa panela fervendo, ela pula no mesmo instante, mas se você a coloca numa panela que se esquenta aos poucos, ela morre frita. Com estas concessões, os abortistas estão nos fritando aos poucos, a fim de, paulatinamente, instalar em nosso País, de maioria católica, mas dominado por ativistas e militantes parlapatões, uma espécie de eugenia! Para que existe o Direito? Para que, em caso de direitos conflitantes, os juristas, segundo a equidade, julguem o caso segundo a hierarquia de valores que reza a lei natural. Por exemplo, há o direito da mulher sobre seu corpo, mas também há direito à vida. Ora, o direito à vida está acima deste, posto que, se não houvesse o direito à vida, nem a mulher que agora quer abortar, poderia ter garantida a sua existência. Ela poderia ter sido abortada, etc. Ninguém possui liberdade onímoda. Por exemplo, você pode se entupir de doce, mas você não pode comer se entupir de doce e não ficar obeso e/ou diabético. Você pode se exceder no sal sendo hipertenso, mas você não pode exagerar no sal e impedir que a sua pressão arterial suba. Isso a própria natureza nos ensina. Não há dogma religioso! Preconceituosos são aqueles que não aceitam argumentos, simplesmente porque vêm de católicos ou cristãos. Rebater, dizendo, pura e simplesmente: isso é dogma, é uma falácia conhecida por argumentum ad hominem [argumento contra a pessoa]. Coisa de sofista! De resto, é bom que os nossos ministros, eleitos por canetadas, não se esqueçam que uma lei humana que contraria a lei natural não é lei, mas uma corrupção da lei, já dizia Tomás de Aquino.

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