quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

De como criar uma perseguição fantasiosa do nada

No último dia 19 de novembro do corrente ano, ao abrir o jornal de manhã (Jornal do Commercio) me deparei com a notícia da morte de um jornalista goiano (Lucas Fortuna, 28 anos) na praia de Gaibu, município do Cabo de Santo Agostinho. Ele foi encontrado trajando apenas uma cueca, com sinais de espancamento e muito sangue pelo corpo. Lucas tinha vindo a Pernambuco para atuar como árbitro num campeonato de voleibol e acabou assassinado. Até aí nada incomum, seria mais um caso absurdo de violência como os que vemos todo dia.

Contudo, a matéria começou a fazer ligações estranhas. Primeiro ela relatou que o jornalista era um militante gay ligado ao PT no seu estado de origem, tendo sido o fundador do Grupo GLBT Colcha de Retalhos na UFG. Logo em seguida, éramos informados da repercussão nas "redes sociais" e do fato de um professor da citada universidade (Juarez Ferraz) ter afirmado suspeitar de um "crime homofóbico". Daí uma ativista gay era entrevistada, dizendo-se chocada. Ou seja, do nada, totalmente do nada, surgiu a tese de que se tratava de um "crime homofóbico". É como se eu pegasse um assassinato de um católico e dissesse que se trata de um crime de ódio religioso, ou de um negro e dizer que é o resultado do racismo. Um completo non sense.  

Comecei a pensar e logo lembrei que essa tese se tornava mais absurda ainda se levarmos em consideração que a praia de Gaibu atualmente é conhecida como Gaybu, pois virou um point de pegação homossexual (um local para flertes e sexo descompromissado), isto é, seria mais fácil outro gay ter matado Lucas que pensar num homofóbico doentio escondido no meio dos gays a espera de uma vítima. Resolvi esperar para ver se o provável se confirmaria, ou se, de fato, teríamos algo sui generis nessa morte gratuita.

Nesse meio tempo, o "movimento gay" e delirantes associados (como grupos do "movimento estudantil") resolveram fazer barulho, procurando lucrar politicamente com essa morte (até chegaram a associá-la ao caso de  Matthew Shepard nos EUA).

Todavia, o próprio pai do rapaz ao ser entrevistado disse o seguinte (Jornal do Commercio, 20 de novembro):

Alguém já deu algum detalhe sobre o caso?

Me disseram que ele foi encontrado na praia, com sinais de violência. Como era homossexual, existe suspeita de que seja caso de violência homofóbica.

O senhor acredita?

Prefiro não levantar bandeiras para não cometer mais injustiça.

O que o senhor gostaria de pedir à polícia?

Que essa morte sirva para todos refletirem sobre o que estamos permitindo que aconteça. Homossexual ou não, ele tinha uma vida pela frente. Infelizmente, não foi dada a ele a chance de prosseguir. 

Mais equilíbrio de quem deveria estar mais desequilibrado impossível!

Não foi sem surpresa, portanto, que o resultado do inquérito policial contrastou totalmente com a tese dos militantes homofascistas: um outro gay, após fazer sexo com Lucas, matou-o para roubá-lo. Vejam como o Diário de Pernambuco (6/12) publicou a conclusão da investigação:

De acordo com a delegada Gleide Ângelo, do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), na noite de 18 de novembro, Lucas Fortuna teria saído da pousada acompanhado por dois desconhecidos em direção às pedras da praia de Calhetas, onde um deles teria mantido relaxões sexuais com o consentimento da vítima. Em seguida, a dupla teria assaltado o jornalista. Insatisfeitos em roubar o celular e vinte reais que estavam na carteira do jovem, os criminosos teriam espancado o rapaz e o jogado no mar para que pudessem ter tempo de entrar no quarto e roubar os pertences da vítima.

Após o crime, os homens ainda teriam trocado de roupa e tentado entrar no quarto da pousada, usando a chave roubada. A entrada no estabelecimento, no entanto, não teria sido permitida pela recepcionista.

Aqui um vídeo:


Infelizmente, também não foi sem surpresa que li que os representantes do "movimento gay" disseram que "foi homofobia sim", tal qual uma criancinha batendo o pezinho, e foram para uma praça do centro do Recife fazer uma "vigília".

Fica claro, portanto, como esse povo é pilantra, como tentam ter ganho político em cima de tudo, até de uma mentira (e uma mentira improvável). Todo cuidado com eles é pouco.

Um comentário:

  1. Eles querem criminalizar o cristianismo a qualquer custo.O problema dos socialistas\comunistas é o cristianismo com sua ética e moral de 2.000 anos.Os gayzistas são apenas idiotas úteis que eles usam para tentar enfraquecer a Igreja Católica, porque Antonio Gramsci sabia que para o nefasto comunismo se instalar no Ocidente os socialistas deveriam destruir os 3 pilares da civilização Ocidental que é: A filosofia grega, o Direito romano, e a Moral Judaíco-Cristã.
    Cristãos abram o olho que se continuar assim nosso futuro é os gulags e Auschwitz do século XXI.

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