sexta-feira, 27 de abril de 2012

Cristiada


Em 1926, no México, o "paraíso" propugnado por imbecis no estilo UNA, que perseguem a religião e as raízes de nossa Pátria em nome do antropoteísmo (crença no homem), se tornou real. Isso gerou uma revolta que será retratada no filme cujo trailer está postado acima (sobre a possibilidade algo semelhante hoje em dia, leiam este post).

O filme Cristiada foi dirigido por Dean Wright, e chegará aos cinemas em junho. Naturalmente a mídia "engajada" tentará ignorá-lo. Façamos o contrário!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Carlos de Laet

Recebi a seguinte pergunta da leitora Fabíola (responderei com base num texto de Mesquita Pimentel - Revista de Cultura Vozes, 1947) :

Thiago, quem foi o Carlos de Laet de quem você publicou um artigo recentemente e do qual já vi citações e textos no site Permanência?

Minha cara, Carlos Maximiliano Pimenta de Laet nasceu em 3 outubro de 1847, no Rio de Janeiro, e ali faleceu em 7 de dezembro de 1927, depois de uma extensa vida ativa e proveitosa. Formado em engenharia, não exerceu a profissão, tendo se dedicado desde cedo ao magistério e ao jornalismo. Foi, também, durante o Império, redator dos debates no Senado, e, no começo da República, candidato a deputado pelo Partido Monarquista. Foi professor e diretor do Colégio Pedro II, membro fundador e presidente da Academia Brasileira de Letras, diretor do Círculo Católico, e agraciado pela Santa Sé com o título de conde.


Publicou vários livros e opúsculos. Mas a sua obra principal, que daria para encher múltiplos volumes, está ainda dispersa, nas colunas dos grandes jornais cariocas de sua época em que assiduamente colaborou: Jornal do Commercio, Jornal do Brasil e O País, entre outros. Conhecedor emérito da língua portuguesa, escrevia em vernáculo castiço, isento, contudo, de modismos lusitanos, e discutiu por várias vezes sobre questões de gramática com outros grandes conhecedores da língua e vigorosos polemistas, como Camilo Castelo Branco e João Ribeiro, avantajando-se a ambos tanto na ciência do idioma quanto na maneira de tratar as questões e os adversários.

De espírito irônico e mordaz, aproveitou-se frequentemente destes seus dons, assim como da sua vastíssima cultura geral, para propugnar e defender dos que as atacavam as idéias que lhe eram mais caras, as que se relacionavam com os seus dois credos: o político e o religioso, o monarquismo e o catolicismo. Tinha, entretanto, bastante isenção de espírito e conhecimento da doutrina da Igreja, para não algemar um credo ao outro. Os motivos que lhe davam convicções monarquistas, não eram os mesmos que o faziam católico. Isso mesmo ele o disse claramente por diversas vezes, inclusive no artigo que você citou em sua pergunta.

Apóstolo zeloso, como todo católico sincero, Carlos de Laet serviu-se das posições que ocupava para fazer partilhadas por outros as suas próprias convicções religiosas. Fê-lo com denodo em seus artigos de jornalista e em suas conferências literárias, na Academia e alhures. Fê-lo, também, como professor, em discursos aos bacharelandos e em relatórios sobre o ensino secundário, normal, comercial e superior. Além disso, trabalhou com ardor na Sociedade de São Vicente de Paulo, de que era membro, para minorar o efeito das injustiças sociais vigentes em sua época; e difundiu o conhecimento da doutrina católica e de sólidas práticas de piedade publicando sobre esses assuntos obras estrangeiras que traduzira para nossa língua.

Grande escritor, grande brasileiro, grande católico, a sua figura não diminuiu com as sombras da morte e com o transcurso do tempo; antes, destaca-se cada vez mais das dos seus contemporâneos, agora que o arrefecimento das lutas em que tomou parte permite ver quanto se conservou sobranceiro a elas. Nos dias de hoje, tristes dias em que o assassinato de crianças com deficiência foi aprovado por um Judiciário sem moral e sem ciência, seu exemplo de luta constante deve nortear a ação daqueles que amam a Igreja e a Pátria.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Celibato, censura e o verdadeiro tradicionalismo


No dia 18 de abril passado o Frates in Unum publicou uma postagem com a declaração de um bispo belga dizendo-se preparado para ordenar homens casados. Naturalmente os redatores do blog esperavam apenas aqueles batidíssimos comentários traditional boring, contrários a qualquer reflexão transformadora nesse ponto. É bom lembrar que o tal bispo foi totalmente ortodoxo em suas colocações, já que diferenciou claramente a possibilidade de se ordenar ao sacerdócio homens casados da impossibilidade de se ordenar mulheres. Pois bem, como eu não sou um tradicionalista de mente sectária, resolvi partilhar o seguinte comentário à postagem: “Excelentes as colocações do bispo. O peso da obrigatoriedade deve ser retirado da vocação ao celibato”. Escrevi duas vezes e duas vezes minha colocação não foi aceita. Há algo de errado nela? Escrevi alguma heresia? Não, meu comentário foi plenamente harmônico com a doutrina católica. Frente a isso, fica o exemplo da necessidade dos defensores da tradição aprenderem a diferenciar uma saudável ligação com as formas de exteriorização do Sagrado Depósito que nos foram legadas pelos nossos maiores, da transformação dessas formas no próprio Depósito, perfazendo uma atitude mais reacionária (no sentido negativo e bitolado da palavra) que tradicional. Infelizmente o tradicionalismo concreto não é bem a mesma coisa que o verdadeiro espírito tradicional; muitas vezes o primeiro efetivamente não é senão uma simples tendência, uma aspiração mais ou menos vaga, que não pressupõe nenhum conhecimento real da vida católica (tradicionalistas sem vida comunitária – que não é o mesmo que a vida dentro de grupos autorreferentes) ou dos limites em que se pode refletir (tradicionalistas que acham que o modelo tridentino é o único autenticamente católico).

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Igreja e as formas de governo

Apresento aos leitores e amigos do blog um artigo interessante do pensador e polemista católico brasileiro, do começo do século passado, Carlos de Laet, publicado na Revista de Cultura Vozes em 1947 (não há indicação da data da publicação original, mas creio que seja de 1908):

Na Câmara dos Srs. Deputados, quando ali se discutiam, na quinta-feira, as emendas ao orçamento do Ministério do Exterior, uma questão foi suscitada que, nada tendo aliás com as referidas emendas, grandemente alvoroçou os ânimos dos poucos assistentes aos debates.

Tratou-se de saber se a Igreja católica é monarquista ou republicana.

Dividiram-se as opiniões; o ilustrado orador, Sr. Dr. Francisco Bernardino, mal conseguia fazer-se ouvir; e entre o cruzar dos apartes um se proferiu, supinamente engraçado, a sustentar o monarquismo da Igreja, porque os padres têm coroa. Não sei se no "Diário Oficial", que nunca leio, está registrado o nome do homem ilustre que tal disse. Indaguem disso os jornais de pilhérias. Que esplêndida colaboração para o "Malho" ou para o "Coió".

No caridoso intuito de acudir às dúvidas dos varões egrégios que o voto livre envia à chamado representação nacional, o escritor destas linhas pede licença para expor o que, sendo aliás corrente, talvez ainda não teve tempo de chegar ao conhecimentos dos Srs. Deputados. Com espírito desprevenido e ânimo dócil espero seja recebido o meu diminuto subsídio, depois do que não mais se poderá dizer que nunca discuti as emendas do orçamento: e logo de que orçamento! o do Exterior, o menos fixável, o menos emendável, o menos previsível de todos os orçamentos.

Realmente, para o discutir, só embrenhando-se a gente pelos intermúndios onde a política pega com a teologia... Discutamos o orçamento do Exterior.

A Igreja, meus caros Srs. Deputados, essa mesma Igreja em que V. Exs. foram todos batizados, mas cujo catecismo desaprenderam quando, adjuvante diabolo, se meteram a servir o filosofismo - nunca, absolutamente nunca, impôs a nenhum dos fiéis a obrigação de ser monarquista ou republicano.

A doutrina católica é que, não havendo verdadeiramente poder que não venha de Deus, todavia o Soberano Senhor de todas as coisas não deu imediatamente a nenhum homem o poder ou autoridade antes que esta lhe houvera sido transferida ou por uma instituição ou por uma eleição humana. Assim, ipsis verbis, o explica Suarez (Def. fidei, I. III. c. VI); Suarez, um copioso tratadista que mais escreveu e demonstrou do que toda a Câmara de V. Exs. o poderia fazer em muitos séculos.

Este modo de ver é bem diverso do da escola protestante, inaugurada por Cranmer, logo após a sagração de Henrique VIII da Inglaterra e posteriormente propugnada pelos sucessores desse monarca; escola que  bem alto proclamou o caráter absolutamente divino da realeza e a onipotência dos príncipes, com total postergação dos direitos dos povos e da consciência e dignidade humanas. Deste modo, Exmos. Srs., quando V. Exs., em seus discursos e escritos, atacam o catolicismo, acreditando que nele se acha a doutrina da submissão estípida e cega aos soberanos, como imediatos representantes da Divindade, dão a prova mais deplorável de não haverem estudado a questão, contentando-se de repetir as fofas declamações dos revolucionários e ateus que lá têm suas razões para de preferência agredir a Igreja Católica.

Ficam, pois, V. Exs., agora sabendo qual o princípio fundamental da minha, da sua, da nossa Igreja, no tocante ao governo civil; e, admitido esse princípio, não lhes custará entender que à mesma Igreja são indiferentes as formas de governo, desde que respeitem os princípios da justiça e se apliquem aos legítimos interesses do povo.

V. Exs., salvo raras exceções, não lêem as Encíclicas, não lêem bulas, não lêem o catecismo, não lêem coisa nenhuma, posto que frequentes opinem sobre matéria de religião; mas se os pagodes oficiais lhes deixassem tempo para o estudo, eu lhes pediria que sobre o caso ponderassem as palavras de Leão XIII, na sua Encíclica Diuturnum illud, de 29 de junho de 1881, a qual de certo não conhecem, porque, se a tivessem lido, não estariam agora a disputar se a Igreja é republicana ou monarquista.

Eu não sei se V. Exs., na sua maior parte, estudaram o latim, ou se dele assaz aprenderam para traduzir sem grande esforço, mas em todo caso aqui lhes ponho o original, prudentemente escoltado da tradução, esta para os esquecidos da língua-mãe, aquele para os que, entendendo-a, possam verificar que não altero o texto.

Disse Leão XIII: "Nihil enim est cur non Ecclesiae probetur aut unius aut plurium principatus, si modo justus sit, et in communem utilitatem intentus. Quamobrem, salva justitia, non prohibentur populi illud sibi genus comparare reipublicae, quod aut ipsorum ingenio aut majorum institutis moribusque magis apte conveniat".

Isto é: "Não há razão por que pela Igreja não seja aprovado tanto o supremo governo de um só homem, como o de mais, contanto que justo seja, e aplicado ao interesse comum. Pelo que, ressalvando-se a justiça, não é proibido aos povos o adotarem aquela forma de governo que mais adequada convenha, ou à índole dos mesmos povos, ou sob às instituições e aos costumes de seus maiores".

Nada mais claro. Sede monarquistas ou republicanos, segundo melhor entenderdes, diz às nações o Pai da cristandade; mas não esqueçais que todo governo deve assentar na justiça e no interesse legítimo da sociedade.

Como, pois, no ano corrente, em país geralmente católico, Deputados que ao menos por motivo de curiosidade deveriam conhecer a doutrina católica, ainda vêm armar pendência sobre o exclusivismo da Igreja com relação a formas de governo?

Com o devido respeito que a V. Exs. devo, por serem pessoas constituídas em dignidade e exercendo importante múnus na governação do Estado, eu sempre lhes direi que não andam bem deixando de estudar a religião que em tantos pontos se prende à lei civil e sobre a qual, com admirável desplante, emitem juízos assaz dissonantes da verdade.

Um pouco de catecismo não lhes faria mal, Exmos. Srs.; nem com isto acaso pretendo catequizar a V. Exs., incutindo-lhes o amor da religião do seu batismo. Não: eu apenas exijo, por amor da lógica, o conhecimento do assunto em matéria atinente à coisa pública, política ou civil.

Imaginem V. Exs. que se acham, não no Rio de Janeiro, mas em Constantinopla, e que são Deputados, não sob o ceptro do glorioso Afonso Pena, mas do Sultão, que também é constitucional, reservando-se o direito de fazer política. Ora, legisladores em país muçulmano, como poderiam V. Exs. bem desempenhar o seu mandato, se não conhecessem o Alcorão e não o tiveram estudado, pelo menos em suas principais disposições? Impossível, não é assim? Mas então como é que V. Exs. estão aqui a legislar para católicos, quando nem sequer conhecem o sentir da Igreja sobre formas de governo e, suscitada extemporaneamente essa questão, V. Exs. a pretendem resolver com gracejos e casquinadas?

Esta razão, quando outra não fosse, aconselharia, ou antes intimaria, o estudo da religião aos Srs. Deputados e Senadores; e longe não me acho de pedir que para isto algum padre zeloso (estou a lembrar-me do Sr. Valois) queira abrir, na Câmara de que é membro, uma aulazinha de catecismo.

Bem; mas agora estou prevendo a objeção: Se no catolicismo nada achais contra a forma republicana, principatus plurium, como lá disse o Papa Leão XIII, por que então vos conservais monarquista/         

Exatamente por causa das palavras do venerando Pontífice. Eu entendo, em consciência, que a proclamação da república, na minha pátria, não salvou os princípios da justiça; que antes os conculcou todos, em uma criminosa explosão de orgulhosas insurgências, traiçoeiras ingratidões e inconfessáveis cobiças; entendo mais que a injustiça perdura pelo falseamento do voto, esbulhada a nação do único meio pelo qual pacificamente pudera manifestar a sua vontade; nem me posso conformar com um estado de coisas que é a sistemática dilapidação dos impostos, isto é, do trabalho, do suor, do sangue do povo em proveito só do governo, de V. Exs. e de mais um grupo de orçamentívoros.

Igualmente penso que um república oriunda da propaganda positivista e anti-religiosa diretamente se opõe à opinião nacional; que produto de falsificação eleitoral foi a Constituinte, pois entrou no Congresso mediante a gazua do regulamento Alvim-Campos Sales para nos dar como constituição política uma trapalhada informe e inexequível, jamais executada, cujos artigos brigam uns com os outros, e por vezes tão ambígua que admite exegeses diametralmente opostas.

Repilo, outrossim, apoiado no bom-senso, na moral, nos mais vulgares preceitos da honestidade, a infamíssima doutrina do fato consumado, pela qual a patifaria de agora ficará sendo respeitável depois de amanhã... Assim pouco me importa que esta república já conte dezenove anos. Com mais trinta pudesse eu vê-la, e nem por isto me parecerá mais honrada.

Eis por que, Exmos. Srs., continuamos a sufragar o antigo regime, eu e muitíssimos brasileiros, em que iste pese ao Sr. Deputado Francisco Bernardino, segundo o qual "já ninguém mais pensa em monarquia...".

Nunca, Exmos. Srs., nunca mais nela se pensou do que atualmente, quando o próprio mundo oficial reverente se curva ante o vulto de João VI, e entre as suas mágoas deplora a ausência do inditoso monarca português, sucumbido aos golpes dos sicários republicanos.

Onde quer que evoqueis o passado, ele vos apresenta um benefício da monarquia. O Ministro mais ilustre na república é um monarquista confesso. Não pode negar também que o foi o magistrado supremo da república. Monarquistas, as bandeiras de Riachuelo, de 24 de Maio... E tudo que na monarquia não tem raízes, sai chocho, mão feito, imprestável.

O fato, Exmos. Srs., não conteis muito com isso. Ele pode ser implantado pela força, mas improvisadamente se destrói quando não arraigado nos princípios.

Vede aquela grande bandeira, de não sei quantos panos, e com letras de não sei quantos palmos, a qual noutro dia se arvorou no Pão de Açucar... Sobreveio o tufão, e ela foi arrancada, dilacerada, arrojada para tão longe que ninguém sabe onde está...

Não digo que fosse mal agouro, porque não sou supersticioso. Não quero tampouco assanhar patriotagens contra a força misteriosa e infinita que manda os vendavais e as revoluções. Somente afirmo que foi aquilo talvez um símbolo, e que em todo símbolo há uma lição.

Nesse caso, se o temporal sobrevier - também o asseguro ao Sr. Francisco Bernardino - naturalmente a S. Excia. parecerá que ninguém mais pense na república.

A ONU e a reengenharia anticristã


terça-feira, 17 de abril de 2012

Liberdade econômica e qualidade de vida

Em tempos de tentação estatista, ou seja, de crescimento desmedido do governo em cima da sociedade, nada como uma olhada nos fatos:

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sexta-feira 13 macabra!


Texto do confrade Sávio Laet publicado no Orkut:

Sexta-Feira 13 macabra! A Suprema Corte do nosso País, em vez de interpretar a lei, começou a legislar, função do Parlamento. Sim, porque os “bebês anencéfalos” não são seres sem vida. Na verdade, não como fazer o diagnóstico de morte cerebral de um bebê, senão após dias do nascimento. Aliás, em qualquer paciente, para se fazer tal diagnóstico, deve-se fazer refazer vários exames, num interstício de seis dias. Ademais, há várias deformações desta região do cérebro que não levam a morte. Por exemplo, nem AVE (Acidente Vascular Encefálico) - e não AVC, como comumente se diz - não é uma sentença de morte! Muitos se recuperam e voltam a viver com dignidade. Além disso, as deformações que não permitem o fechamento do tubo neural, podem ser quase 100% prevenidas pelo uso de ácido fólico durante a gravidez. Portanto, quando falamos de embriões anencéfalos, falamos de vidas humanas. Por isso, a questão relaciona-se com a dignidade da pessoa humana, cláusula pétrea da nossa Constituição. Destarte, o foro adequado para ela ser discutida é o Parlamento. A bem da verdade, o expediente usado pelos sequazes do aborto de bebês anencéfalos é chamado, em bioética, de “Pendente resvaladiça”, ou seja, querem nos empurrar, aos poucos, para o precipício da legalização irrestrita do aborto. Os dados de que mais de 200.000 mulheres morrem vítimas de aborto é um absurdo! Salvo melhor juízo, ano de 2010, segundo dados oficiais, por conta de todas as doenças relacionadas com a gravidez e o parto, no Brasil, morreram 1.062 mulheres. Mas que ninguém se espante: o mais capcioso argumento dos abortistas é quase sempre uma mentira deslavada! Precisamos acordar. Se você coloca uma rã numa panela fervendo, ela pula no mesmo instante, mas se você a coloca numa panela que se esquenta aos poucos, ela morre frita. Com estas concessões, os abortistas estão nos fritando aos poucos, a fim de, paulatinamente, instalar em nosso País, de maioria católica, mas dominado por ativistas e militantes parlapatões, uma espécie de eugenia! Para que existe o Direito? Para que, em caso de direitos conflitantes, os juristas, segundo a equidade, julguem o caso segundo a hierarquia de valores que reza a lei natural. Por exemplo, há o direito da mulher sobre seu corpo, mas também há direito à vida. Ora, o direito à vida está acima deste, posto que, se não houvesse o direito à vida, nem a mulher que agora quer abortar, poderia ter garantida a sua existência. Ela poderia ter sido abortada, etc. Ninguém possui liberdade onímoda. Por exemplo, você pode se entupir de doce, mas você não pode comer se entupir de doce e não ficar obeso e/ou diabético. Você pode se exceder no sal sendo hipertenso, mas você não pode exagerar no sal e impedir que a sua pressão arterial suba. Isso a própria natureza nos ensina. Não há dogma religioso! Preconceituosos são aqueles que não aceitam argumentos, simplesmente porque vêm de católicos ou cristãos. Rebater, dizendo, pura e simplesmente: isso é dogma, é uma falácia conhecida por argumentum ad hominem [argumento contra a pessoa]. Coisa de sofista! De resto, é bom que os nossos ministros, eleitos por canetadas, não se esqueçam que uma lei humana que contraria a lei natural não é lei, mas uma corrupção da lei, já dizia Tomás de Aquino.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Benção e Procissão de Ramos no rito gregoriano/tridentino

Fotos da Benção e Procissão de Ramos no rito gregoriano realizada em Recife em 1 de abril:


 


















 




Quem quiser saber mais sobre o Domingo de Ramos no rito gregoriano deve fazer isso aqui.