quinta-feira, 28 de março de 2013

A literatura e a vida

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quarta-feira, 27 de março de 2013

António José de Brito em entrevista

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sábado, 23 de março de 2013

Tradicionalistas, conservadores, carismáticos, progressistas - quem são?

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Jesuíta?

Desde que o Papa Francisco foi eleito muitos jornalistas tem se perguntado sobre o significado dele ser um jesuíta, pensando que isso remete ao instituto fundado por Santo Inácio... pobrezinhos, não sabem que a situação atual é essa:



quarta-feira, 20 de março de 2013

Leis puramente penais

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Sobre a monarquia e seus mitos

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Resenha - De Trinitade, de Santo Agostinho

Resenha feita pela consócia Janete de Cássia na comunidade Apologética Católica:

A obra De Trinitate deste grande santo doutor da Igreja, aborda uma questão central da fé cristã: a crença que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são um único Deus. É importante ter em mente que o objetivo de Agostinho é combater as heresias de seu tempo, sendo que as principais eram o Arianismo e o Sabelianismo (ou Modalismo). 

Como "bons hereges", Ario e Sabélio eram muito instruídos nas Sagradas Escrituras; suas heresias eram bem embasadas em passagens dos Evangelhos. Por que este fato é importante? Porque Agostinho irá estruturar sua obra de modo a quebrar esquematicamente essas teorias. Vale lembrar também que essas heresias eram realidades muito presentes entre os primeiros cristãos, sendo um grande desafio afirmar que Deus é Uno e Trino. Superadas as perseguições, são os problemas de ordem interna, de doutrina, que começam a preocupar os cristãos. 

A obra De Trinitate é composta de quinze livros que podem ser divididos em dois grandes blocos: 

1) do livro I ao VII, onde Santo Agostinho irá fazer uma defesa exegética e hermenêutica da doutrina da Trindade. Como bom retórico, irá apontar os trechos das Sagradas Escrituras que são usados pelos hereges e, com as próprias escrituras, irá apontar as falhas destes e as evidências da Trindade. Do livro I ao IV há um movimento lógico no texto, uma busca por “vestígios” de Deus nas escrituras. O santo cita as Teofanias do Antigo e Novo Testamentos. Do livro V ao VII, temos a análise agostiniana do “homem interior”. É o segundo grande momento lógico da obra, onde temos a investigação das dimensões do homem interior. Entra também no debate sobre o que é substância e natureza e garante que não há relação de subordinação na Trindade. 

Considero importante nesta primeira parte o destaque que Agostinho dá para o conhecimento da Palavra como um todo. Ele aceita que um mesmo trecho possa apresentar mais de uma hermenêutica válida, porém elas devem ser somadas umas às outras, e nunca contraditórias. 

O livro VIII é um divisor de águas, onde Agostinho procura encontrar os vestígios de Deus no interior do homem. Destaca a importância da caritas, pois é ela quem move o homem em sua busca por Deus. A aproximação de Deus se dá por meio da semelhança que temos com ele. 

2) do livro IX ao XIV encontramos um exercício de purificação. Agostinho começa a buscar vestígios da imagem Trinitária no ser humano, sendo a principal tríade a memória, a inteligência e a vontade

O livro XV é uma retomada dos assuntos abordados, uma espécie de resumo e conclusão. É uma obra densa, que exige esforço para compreensão e também um pouco de conhecimento do pensamento agostiniano, mas um esforço que vale a pena ser empreendido, dada a riqueza de conhecimentos que nos traz.


quinta-feira, 14 de março de 2013

Primeira homilia do Papa Francisco


Entre outras coisas ele disse:

"Podemos caminhar tudo o que quisermos, podemos construir muitas coisas, mas se não anunciarmos Jesus Cristo, algo está errado. Nós nos tornaríamos uma ONG piedosa e não uma Igreja que é a noiva de Cristo."

"Aquele que não reza ao Senhor reza ao diabo. Quando não anunciamos Jesus Cristo, anunciamos o mundanismo do diabo, o mundanismo do demônio."

"Temos de andar sempre na presença do Senhor, na luz do Senhor, sempre tentando viver de forma irrepreensível."

"Quando andamos sem a cruz, quando nós construímos sem a cruz e quando nós proclamamos Cristo sem a cruz, não somos discípulos do Senhor. Somos mundanos."

"Nós podemos ser bispos, padres, cardeais, papas, tudo isso, mas não somos discípulos do Senhor".

Também colocou que aqueles que constroem sobre os valores mundanos em vez dos valores espirituais eram como crianças construindo castelos de areia em uma praia. "Então, tudo desmorona."