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Mostrando postagens de Junho, 2012

As ameaças do PNDH-3 continuam!

Evento imperdível em Recife: As ameaças do Programa Nacional de Direitos humanos - 3 continuam! Para saber os detalhes cliquem aqui.

Comunhão dos Santos

Dando continuidade ao estudo do IX artigo do Credo (as outras partes podem ser lidas aqui e aqui), vamos analisar agora sua segunda seção: "na Comunhão dos Santos".
Em primeiro lugar cabe uma palavra sobre o que vem a ser santo. Na linguagem popular tomamos por santo aquele que foi canonizado pela Igreja ou, entre os que sabem um pouco mais sobre a doutrina católica, aqueles que, canonizados ou não, estão na presença do Senhor. No IX artigo, contudo, a palavra santo vai ter um significado mais amplo, pois ela indica:
a) Aqueles cuja santidade é um fato consumado, os eleitos (canonizados ou não)/Igreja trunfante;
b) Aqueles cuja santidade é como que latente, em potência; e este vêm a ser: As almas do Purgatório, que hão de entrar no Céu/Igreja padecente;Os fiéis na Terra, que estão sendo santificados pelos sacramentos/Igreja militante. Visto isso, podemos entender melhor a seguinte definição do objeto de nosso estudo:
Entre os membros (vivos ou mortos) do Corpo Místico de Cri…

Sociedade condenada

Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
- Ayn Rand

À la droite du Vatican: les traditionalistes

Recentemente, na comunidade Apologética Católica, postei um documentário de um canal de TV francês (TV 3) que, na onda de notícias sobre as negociações da FSSPX com a Santa Sé, se tornou importantíssimo, pois faz uma leitura bem completa de como é o movimento tradicionalista por dentro. Desse modo, acho que ele também se enquadra nos objetivos do blog e estou publicando-o abaixo (ele está todo em francês, sem legendas):  











Ateus e regimes ateístas

Recebi a seguinte pergunta via Tumblr:
Oi, vi em seu blog que você coloca a culpa em todos os ateus por regimes ateístas. Qual o motivo disso? 
É mesmo? Onde? Se você está se referindo ao que está no artigo O ateísmo e os genocídios da história, eu sugiro que você leia de novo a postagem, pois parece não ter entendido nada. Ela não fala de ateus, mas do ateísmo como ideologia. Quem em geral faz a generalização que toma a crença pela pessoa, agindo com verdadeiro preconceito, são os abutres de organizações ateístas, como a UNA ou a mais ridícula ainda ATEA, e isso ficou patente nos comentários que se seguiram ao texto que linkei.
Agora, dito isso, é óbvio que regimes ateus só existem por causa de alguns ateus. E nem me venha dizer que eles derivam do fato de que em muitos casos as falhas da religião criaram um campo propício para que o ateísmo tomasse corpo numa dada sociedade. Isso é um erro, pois tais falhas, no máximo, implicam numa reforma da dita religião ou na sua troca por outra…

O avanço do comunismo na América Latina

Palestra imperdível para quem mora em Recife.

Lembro que é necessário ligar para o Círculo Católico confirmando a presença, pois embora a palestra seja gratuita, as vagas são limitadas.

"Não iremos cometar suicídio" - a FSSPX e o Vaticano

Num tópico recente na Comunidade Apologética Católica tive a oportunidade de analisar uma entrevista do superior da FSSPX e agora trago esses comentários para o blog.


Na primeira parte, logo no início, D. Felley faz uma diferenciação importante: o problema não é com a Igreja, mas com pessoas que ocupam posições de importância. Essa maneira de analisar as coisas é algo que, nos meios tradicionalistas, deriva da vitória sobre uma das piores tentações que temos, a de achar que estamos diante da Outra e não da Esposa de Cristo. Achar que a Igreja é outra coisa que não ela mesma envenena qualquer debate, torna impossível qualquer entendimento ou acordo, faz insuportável a convivência com outros batizados.
Depois ele passa a analisar o Vaticano II, colocando claramente que muitas das coisas que se atribuem a esse concílio não são realmente derivadas do texto dele (e o que vale é o texto!), mas da vontade viciada dos modernistas de plantão. Não poderia ser diferente, pois mesmo D. Lefebvr…

5ª Marcha Nacional pela Vida

Carlos de Laet, paladino do Bem e da Verdade

Como sabemos, os grandes nomes de nosso país são esquecidos com facilidade, e se a pessoa em questão teve uma vida que não se enquadra nos atuais parâmetros culturais, o quadro é pior ainda. Carlos de Laet é um desses jogados no limbo. Além de monarquista, era um católico combativo, do tipo que foi levado a ação após o golpe republicano e que está na base do período áureo da Igreja em nosso país que se estende do final do século XIX até o desastre pós-conciliar. Por isso, fazendo companhia a postagens que já fiz (aquieaqui)trago um retrato sobre ele publicado na revista Vozesde setembro-outubro de 1947 (mais artigos de Carlos de Laet podem ser encontradosaqui): 
Leon Gautier dedica seu livro “La Chevalerie” a Cervantes, o demolidor da gloriosa instituição e ao mesmo tempo ele próprio o último dos cavaleiros, ao se levantar, de armas na mão, na batalha de Lepanto, em defesa da Cristandade contra o islamismo invasor. Não tem razão o paleógrafo francês. Em meio às ruínas da Cristandade, …

Jesuíta acaba com esquerdista em debate sobre a Inquisição

Debate entre o historiador Jorge Martins e o padre João Seabra, RTP Memória, 7/11/2005.
Alguns números apresentados pelo próprio historiador: em mais de 200 anos, a Inquisição, em todo o império português, elaborou 40.000 processos. Desses, 24 mil resultaram em condenações. Entre essas, cerca de mil foram condenações à morte. Das condenações à morte, menos de 500 foram efetivamente executadas, isso ao longo de quase 300 anos, num território que cobria quatro continentes.
O raciocínio do jesuíta não é evidentemente o de minimizar a morte de seres humanos, mas sim de contrastar a Inquisição com a violência praticada nas sociedades européias dessa época.