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Mostrando postagens de Junho, 2013

Guia de leitura para Shakespeare

Mostra que é corajoso "nobre deputado"!

Não somos, apenas estamos

Trechos de uma entrevista com Antônio Geraldo Figueiredo Ferreira, escritor mineiro, sobre seu badalado livro As visitas que hoje estamos (Jornal do Commercio, 2 de maio de 2013), que me fizeram pensar sobre a brevidade da vida:
A ideia do livro surgiu há quase 12 anos, num almoço com minha cunhada. Ela reclamava dos filhos, que andavam tomando conta da casa. Brinquei e lhe disse que a velhice era aquilo mesmo. Uma gradativa e constante perda do espaço vital. E que, no fim da vida, uma velha fica apenas com a gaveta da cômoda, no quarto de dormir. Ela ficou assustada com tristeza da história.
(...)
Creio que a força do título resida na condição simples que você bem apontou. Alguns amigos quiseram procurar nele um sentido oculto, o que é desnecessário. A visita está permanentemente numa situação provisória, desconfortável, cuja precariedade se extingue com a volta para o lar, mesmo que amargo. Simples assim. O sonho secreto de todo homem é voltar para casa, mesmo estando sentado a vida…

Cavaleiro da morte reabilitado!?!

Estava dando uma olhada em umas notícias de semanas atrás que não tinha lido e me deparei com uma que dizia que o Senado resolveu devolver simbolicamente, como uma forma de reabilitação, o mandato de Luís Carlos Prestes cassado em 1948. Que tipo de absurdo é esse? Então um psicopata que "banditizou" o interior do país com a sua "coluna", depois tentou vender a soberania nacional para uma potência estrangeira e de modo contínuo procurou solapar a ordem civil para implantar uma ditadura marxista no país é agora visto como virtuoso (e os herdeiros terão direito às regalias do plano de saúde dos parlamentares)? Tudo isso é um preocupante sinal dos tempos!